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Educação em Revista

versão impressa ISSN 0102-4698versão On-line ISSN 1982-6621

Educ. rev. vol.41  Belo Horizonte  2025  Epub 18-Maio-2025

https://doi.org/10.1590/0102-469859085 

RESENHA AVALIATIVA

CONSIDERAÇÕES SOBRE O ENGAJAMENTO ESTUDANTIL: REFLEXÕES A PARTIR DA REVISÃO DE LITERATURA1

CONSIDERATIONS ON STUDENT ENGAGEMENT: REFLECTIONS BASED ON A LITERATURE REVIEW

CONSIDERACIONES SOBRE EL ENGAGEMENT ESTUDIANTIL: REFLEXIONES A PARTIR DE LA REVISIÓN DE LITERATURA

ANDRÉA KARLA FERREIRA NUNES1 
http://orcid.org/0000-0002-5833-2441

FERNANDO SILVIO CAVALCANTE PIMENTEL2 
http://orcid.org/0000-0002-9180-8691

1 Universidade Tiradentes (UNIT). Aracaju, SE, Brasil

2 Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Maceió, AL, Brasil


INTRODUÇÃO

O estudo utilizado para a construção desta resenha teve o título Engajamento Estudantil: uma análise dos indicadores, facilitadores e métodos de mensuração em revisões de literatura, publicado no ano de 2024.

A leitura permitiu reflexões sobre o conceito de engajamento estudantil e suas repercussões no âmbito educacional. A resenha apresenta uma análise crítica da revisão sistemática da literatura sobre o engajamento estudantil, com base em 52 estudos indexados nas bases de dados Scopus e Web of Science.

A proposta central dos autores Carniel, Espinosa e Heidemann (2024) foi investigar os principais conceitos, fatores facilitadores e métodos de mensuração associados ao engajamento dos estudantes, considerando sua relevância na contemporaneidade, especialmente no contexto pós-pandemia da COIVD-19. Os resultados identificaram quatro perspectivas principais de engajamento estudantil na literatura: comportamental, psicológica, sociocultural e integrativa. As principais perspectivas conceituais do tema foram sistematizadas, lacunas práticas na mensuração foram identificadas e diretrizes aplicáveis à atuação docente e à formulação de políticas educacionais foram sugeridas. As contribuições desta análise evidenciam a pertinência do estudo e sua adequação à política editorial de periódicos científicos voltados à área da educação, consolidando reflexões sobre o engajamento estudantil que vão além de mensurações factuais.

Sobre o conceito de engajamento estudantil, sabe-se que é um construto multidimensional que tem ganhado destaque na literatura educacional nas últimas décadas. Por esse motivo, compreender como o conceito tem sido aplicado é relevante, pois pode desmistificar sua aplicação no contexto educacional a partir do mundo corporativo. Inicialmente, o conceito de engajamento estudantil está relacionado à participação comportamental dos alunos em sala de aula, compreendida como dedicação, envolvimento ativo e conexão com o processo de aprendizagem, a instituição de ensino e as atividades relacionadas.

Contudo, o conceito evoluiu para incluir dimensões afetivas, cognitivas e sociais da experiência acadêmica. Essa expansão reflete as exigências contemporâneas de práticas educacionais mais inclusivas, participativas e centradas no estudante, visto que, como afirmam Carniel, Espinosa e Heidemann (2024, p. 3), "estar motivado e engajado são duas condições distintas, e entender essa distinção é importante". Compreender o conceito proporciona uma melhor posição prática no contexto educacional.

Diante de um cenário educacional marcado por altos índices de evasão, aspectos como taxa de aprovação (fluxo de estudantes) e equidade educacional (o nível socioeconômico dos educandos) têm sido incluídos na pauta das políticas públicas educacionais, advindas das profundas transformações metodológicas - especialmente durante e após a pandemia da COIVD-19 -, o que torna imperativo compreender os fatores que promovem ou inibem o envolvimento dos estudantes em seus processos de aprendizagem. Neste contexto, a análise de revisões sistemáticas proposta pelos autores Carniel, Espinosa e Heidemann (2024) oferece uma perspectiva abrangente sobre as principais abordagens e lacunas do campo, contribuindo tanto para o avanço teórico quanto para a aplicação prática dos conceitos analisados.

O CONTEXTO DO TEMA

Como sugerem Carniel, Espinosa e Heidemann (2024), o engajamento estudantil é um conceito multidimensional que tem recebido crescente atenção na pesquisa educacional. Fredricks, Blumenfeld e Paris (2004) definem engajamento como o envolvimento dos alunos em atividades acadêmicas e sua conexão com a escola, abrangendo dimensões comportamentais, emocionais e cognitivas. Essa perspectiva inicial ressalta a importância de entender o engajamento como um fator crucial para o sucesso acadêmico e o bem-estar dos alunos. Para Sun et al. (2022), o engajamento é um meta-construto que abrange tanto o engajamento na escola quanto o engajamento na aprendizagem.

O engajamento comportamental refere-se à participação ativa dos alunos em sala de aula, como frequência, atenção e cumprimento de tarefas. Já o engajamento emocional envolve os sentimentos dos alunos em relação à escola, como alegria, interesse e senso de pertencimento. Por sua vez, o engajamento cognitivo está relacionado ao investimento dos alunos na aprendizagem, incluindo autorregulação, persistência e uso de estratégias de estudo (Fredricks, Blumenfeld e Paris, 2004). É importante considerar a interação entre essas dimensões para uma compreensão completa do engajamento estudantil.

Diversos fatores influenciam o envolvimento estudantil. De acordo com a teoria da autodeterminação (Ryan; Deci, 2000), a autonomia, a competência e o relacionamento são necessidades psicológicas básicas que, quando satisfeitas, promovem o envolvimento. Ambientes de aprendizagem que oferecem escolhas aos alunos, fornecem feedback construtivo e apoiam relacionamentos positivos tendem a aumentar o envolvimento. Além disso, o clima escolar, o apoio dos professores e o envolvimento dos pais também exercem papéis significativos.

As práticas pedagógicas são fundamentais para promover o engajamento. Estratégias de aprendizagem ativa, como a aprendizagem baseada em problemas, a aprendizagem cooperativa e as discussões em sala de aula, podem aumentar o envolvimento dos alunos, pois os tornam participantes ativos no processo de aprendizagem (Hmelo-Silver; Duncan; Chinn, 2007). O uso eficaz de tecnologias digitais também pode contribuir para o engajamento, oferecendo novas formas de interação e personalização da aprendizagem (Pimentel et al., 2023).

O engajamento estudantil está associado a uma série de resultados positivos, incluindo melhor desempenho acadêmico, maior motivação, maior frequência escolar e menor probabilidade de abandono escolar (Li; Xue, 2023). Além disso, alunos engajados tendem a desenvolver habilidades socioemocionais mais robustas, como resiliência, autoconfiança e habilidades de colaboração. É crucial reconhecer o engajamento não apenas como um meio para alcançar resultados acadêmicos, mas também como um resultado valioso em si mesmo.

A avaliação do engajamento estudantil pode ser feita por meio de diferentes métodos, como questionários, observações em sala de aula, entrevistas e análise de dados de desempenho acadêmico. Cada método oferece uma perspectiva diferente sobre o engajamento, e a combinação de múltiplas abordagens pode fornecer uma visão mais abrangente. Instrumentos como o "School Engagement Measure" (SEM) têm sido utilizados para medir as diferentes dimensões do engajamento (Ramos-Díaz; Rodríguez-Fernández; Revuelta, 2016). No entanto, outros instrumentos, como o NSSE (National Survey of Student Engagement) e o TEL (Technology-Enhanced Learning Engagement Scale), estão à disposição de pesquisadores e gestores educacionais.

Promover o engajamento estudantil é um esforço coletivo que envolve professores, alunos, pais, administradores e formuladores de políticas públicas. É essencial criar escolas que sejam ambientes acolhedores e inclusivos, onde todos os alunos se sintam valorizados e apoiados. Ao priorizar o engajamento estudantil, é possível construir sistemas educacionais mais eficazes e equitativos, preparando os alunos para o sucesso na vida.

CONHECENDO O CAMINHO METODOLÓGICO

A revisão sistemática analisada aqui seguiu protocolos rigorosos de seleção e análise de estudos, baseando-se em diretrizes internacionalmente reconhecidas, como o PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses). Foram utilizadas as bases de dados Scopus e Web of Science, reconhecidas por sua abrangência e rigor científico, com acesso irrestrito aos pesquisadores, o que possibilita identificar estudos relevantes e compreender questões conceituais a partir de vários territórios.

A pesquisa considerou os idiomas inglês, português ou espanhol e os descritores "Engajamento", "Estudante/Aluno" e "Revisão de literatura/Estado da Arte". A busca pelos conceitos ocorreu em setembro de 2023 e considerou publicações que abordassem diretamente o tema do engajamento estudantil em contextos educacionais diversos.

Os autores relatam que foi utilizado o software livre machine learning ASReview LAB 1.2.1 para a seleção das revisões, e o software de análise de dados qualitativos Nvivo 1.5.1, que contribuiu para a leitura completa e possíveis trajetórias de análise. Para a seleção dos artigos que comporiam a revisão da literatura, foram utilizados comandos de inclusão e exclusão de palavras-chave, que possibilitaram uma triagem e rotulagem sistemática dos dados por meio de um ranqueamento dos 1802 trabalhos selecionados na primeira etapa.

Com o auxílio do software, foram realizados os procedimentos de ranqueamento dos dados, considerando-se uma análise de títulos e resumos de cada artigo. A pesquisa identificou 52 artigos para a análise dos dados, realizada por meio de categorização temática e qualitativa do conteúdo dos artigos selecionados.

As categorias emergentes foram agrupadas em três eixos principais: definições teóricas, facilitadores do engajamento e métodos de mensuração. Esse processo permitiu uma sistematização coerente dos achados, preservando a complexidade e a diversidade de enfoques presentes na literatura.

ENGAJAMENTO ESTUDANTIL: O QUE PODEMOS INFERIR

Carniel, Espinosa e Heidemann (2024, p. 5) discorrem sobre as 52 revisões da literatura selecionadas, indicando informações da área quanto aos níveis de ensino investigados, a saber: “superior (n = 20), médio (n = 4), básico (n = 2), fundamental - anos iniciais (n = 2), pós-graduação (n = 1) e não especificado (n = 22)”. Em relação à origem das revisões, os autores relatam maior concentração nos Estados Unidos, com onze publicações sobre engajamento estudantil, e no Brasil, com cinco publicações. A análise dos artigos permitiu mapear as dez referências mais citadas, que foram organizadas em uma tabela para facilitar a localização dos autores que versam sobre a temática.

Em seguida, estruturamos as discussões a partir das questões de pesquisa apresentadas na introdução.

A) Definições de Engajamento Estudantil

A partir da revisão da literatura, os autores Carniel, Espinosa e Heidemann (2024) sinalizam que existem diversas teorias/modelos utilizados nas pesquisas educacionais sobre engajamento estudantil. Por esse motivo, a definição do conceito se torna um desafio. Eles ressaltam que a definição de engajamento estudantil muitas vezes está vinculada a manifestações externas, como se uma ação externa fosse a propulsora da motivação. Também destacam que a ausência de uma teoria definida pode comprometer reformulações de políticas públicas e ações institucionais.

Na literatura científica, destacam-se quatro perspectivas sobre o engajamento estudantil: comportamental, psicológica, cognitiva e sociocultural. Na dimensão comportamental, a revisão da literatura refere-se à participação ativa do estudante em atividades acadêmicas e extracurriculares que incentivam a aprendizagem reflexiva e integrativa. A dimensão psicológica, por sua vez, está relacionada a reações emocionais a professores, colegas e ao ambiente da escola, numa perspectiva de sentimentos de pertencimento, motivação e satisfação escolar, que estimulam os estudantes a se envolverem em atividades e a entenderem a relevância da escola em seus projetos de vida.

Já o engajamento cognitivo envolve o investimento psicológico em aprender, relacionado às relações entre ensino, uso de estratégias complexas e pensamento crítico. Por fim, a dimensão sociocultural compreende o engajamento como um fenômeno coletivo e situado, influenciado por fatores contextuais, como cultura institucional e relações interpessoais. Segundo os autores, a tipologia discutida proporciona uma base sólida para a construção de políticas e práticas pedagógicas mais eficazes, pois reconhece a heterogeneidade da experiência educacional. Cada uma dessas abordagens revela aspectos distintos da experiência estudantil, desde a participação em sala de aula até o senso de pertencimento à comunidade acadêmica. A sistematização dessas visões permite uma compreensão abrangente do fenômeno.

B) Facilitadores do Engajamento

Atualmente, é comum indicar estratégias de aprendizagem e considerar o quanto a execução dessas ações proporciona engajamento. Contudo, como se verificou na literatura científica, a ambiguidade envolvendo o conceito de engajamento compromete a distinção entre indicadores e facilitadores do engajamento.

No estudo em questão, os fatores facilitadores da prática docente são a "interação de apoio entre professores e alunos" (2024, p. 11). A Metodologia de Ensino indica facilitadores que podem contribuir para o engajamento, neste ponto, o trabalho com: Gamificação, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em projetos, entre outros.

Também são identificados como facilitadores a adoção de práticas pedagógicas interativas, o estabelecimento de relações interpessoais positivas, o uso estratégico de tecnologias digitais e o fortalecimento do pertencimento institucional. Na questão estratégica pedagógica em sala de aula que fomenta o engajamento, destacam-se o fornecimento de feedback, a elaboração e a aplicação de atividades claras, desafiantes e com a utilização de tecnologias digitais.

Compreende-se que as estratégias podem promover a autonomia do estudante e incentivar o trabalho coletivo, numa ação colaborativa, cooperativa e solidária de aprendizagem. No entanto, observou-se a necessidade de maior aprofundamento em exemplos práticos e contextualizados dessas estratégias, especialmente aquelas relacionadas ao ensino híbrido e remoto.

Já o engajamento cognitivo envolve o investimento psicológico em aprender, relacionado às relações entre ensino, uso de estratégias complexas e pensamento crítico. Por fim, a dimensão sociocultural compreende o engajamento como um fenômeno coletivo e situado, influenciado por fatores contextuais, como a cultura institucional e as relações interpessoais. Segundo os autores, a tipologia discutida proporciona uma base sólida para a construção de políticas e práticas pedagógicas mais eficazes, pois reconhece a heterogeneidade da experiência educacional. Cada uma dessas abordagens revela aspectos distintos da experiência estudantil, desde a participação em sala de aula até o senso de pertencimento à comunidade acadêmica. A sistematização dessas visões permite uma compreensão abrangente do fenômeno.

C) Métodos de Mensuração

O estudo da revisão da literatura permitiu compreender a relevância da definição de um conceito, neste caso, por ser o conceito de engajamento estudantil um tema em discussão e aprofundamento nas pesquisas educacionais. Constatou-se que os métodos de coleta de dados utilizados para mensurar o engajamento estudantil também são diversos. Neste sentido, foi possível identificar, no mapeamento dos estudos, instrumentos como questionários, entrevistas, observações e monitoramento de plataformas digitais.

A análise sugere que, embora os métodos sejam variados, ainda há limitações quanto à sua aplicabilidade prática, precisão e sensibilidade às múltiplas dimensões do engajamento. Para aprimorar sua utilização em contextos educacionais reais, é recomendada uma discussão mais detalhada sobre as restrições desses instrumentos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A revisão da literatura abordou o tema engajamento estudantil e forneceu algumas orientações relevantes para a elaboração de estratégias de aprendizagem. Um fato em destaque é a compreensão do conceito de engajamento no contexto educacional. Isso porque o engajamento estudantil, para além de números e metas, percebe apenas o envolvimento externo. Ele se amplifica quando questões de dimensões comportamental, psicológica, cognitiva e sociocultural fazem parte do cotidiano dos estudantes. Simplificar o conceito de engajamento estudantil pode fazer com que aspectos sociais e de políticas públicas educacionais que camuflam as situações atuais da educação caiam da pauta das discussões.

Considerando o que apontam as pesquisas na revisão da literatura, o conceito de engajamento estudantil é um lugar em construção devido às variações conceituais, tornando o ato de mensurar desafiador. Após o estudo, os autores Carniel, Espinosa e Heidemann (2024, p. 20) coadunam com o entendimento de que "[...] os métodos de medição do engajamento ainda não alcançaram maturidade, destacando a necessidade de maior convergência e validação teórica". A análise conduzida revela que o manuscrito revisado oferece importantes contribuições ao campo educacional ao propor uma visão integradora do engajamento estudantil e ao fornecer subsídios valiosos para a atuação de professores, gestores e formuladores de políticas.

Compreendemos que, no contexto atual da cultura digital, o tema do engajamento também pressupõe uma revisão da formação docente (Pimentel; Nunes; Sales Junior), com foco nas competências digitais específicas essenciais para promover uma educação de qualidade e alinhada com as demandas contemporâneas.

REFERÊNCIAS

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1Editora participante do processo de avaliação por pares aberta: Suzana dos Santos Gomes.

Recebido: 13 de Maio de 2025; Aceito: 13 de Maio de 2025

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