<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0100-1574</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Cadernos de Pesquisa]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Cad. Pesqui.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0100-1574</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Fundação Carlos Chagas]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0100-15741978000300007</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do método Montessori na aquisição da noção de seriação]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Guirado]]></surname>
<given-names><![CDATA[Marlene]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Unger]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mônica J.]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[José]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kunze]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elsa]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nabholz]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ana Lúcia]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Deweik]]></surname>
<given-names><![CDATA[Mania]]></given-names>
</name>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A07">
<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>1978</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>1978</year>
</pub-date>
<numero>26</numero>
<fpage>81</fpage>
<lpage>89</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0100-15741978000300007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0100-15741978000300007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0100-15741978000300007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo desta pesquisa foi comparar o desempenho operatório numa prova de noção de seriação em crianças provenientes de dois meios escolares: um caracterizado pela utilização do Método Montessori (Grupo M) e outro por outros métodos educacionais (Grupo O), na cidade de São Paulo. Foramutilizadas 84 crianças, metade do Grupo O e metade do Grupo M. Todas freqüentaram o Pré-Primário nas respectivas orientações. Os sujeitos de ambos os grupos eram equiparáveis segundo idade (6, 7, 8 ou 9 anos) e nível socioeconômico. Foi aplicada, também, uma prova de noção de conservação de líquido, como controle. A prova de seriação constou de duas fases: uma de ordenação de bastonete, entregues à criança de uma só vez e outra de interposição de bastonetes entregues um a um numa série fixa previamente ordenada. Em cada fase desta prova, os resultados obtidos foram classificados em não seriação (NS), seriação intuitiva (SI) ou seriação operatória (SO). A maior diferença - 22 casos para M, e 12 para O - ocorreu em SO na primeira fase. Neste sentido, deve-se considerar que o êxito nesta fase é diferente do êxito na segunda fase, onde a solução implica em uma operação de transitividade. A discussão beseou-se, sobretudo, nas críticas feitas por Piaget ao Método Montessori, no sentido de que a ação deste está mais voltada ao aperfeiçoamento do desempenho com materiais do que à aquisição de estruturas operatórias.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study was designed to compare the effects of two different educational methods on children's operatory performance in Piagetian's seriation tests. 84 children were divided into 2 groups - one from schools which use the Montessori Method (GM) and the other from schools which use anyother educational method (GO). These groups (both from São Paulo) were watched by age (6, 7, 8 or 9 years) and socio-economical status. A volume conservation test was used as control. The seriation test consisted of 2 phases: in the first one, children were asked to order the sticks, which were given all at once; in the second phase, the sticks were given one by one and the children had to insert each stick in the serie. The results of each phase were classified into non-seriation (NS), intuitive seriation (SI) or operatory seriation (SO). The main difference - 22 subjects in group M and 12 subjects in group O - occurred in SO, in the first phase. It can be considered that success in this phase is different from success on the second phase, where the solution implies an operation of transitivity. The discussion was mainly based on Piaget's criticism of Montessori Method in terms of its emphasis on performance's traing rather than operatory structure's acquisition.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[MONTESSORI, Maria]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Métodos de ensino]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[   <h2><font face="Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Influ&ecirc;ncia do m&eacute;todo Montessori na aquisi&ccedil;&atilde;o da no&ccedil;&atilde;o de seria&ccedil;&atilde;o</b>.</font></h2> <font face="Arial, Helvetica, sans-serif">     <p></p> <h4>Marlene Guirado, M&ocirc;nica J. Unger, Jos&eacute; Fernandes, Elsa Kunze, Ana L&uacute;cia Nabholz, Mania Deweik</h4></font>       ]]></body>
</article>
