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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[abstract &#8220;There`s only beauty if there is an interlocutor. The beauty of the lagoon is always someone&#8221; (Mãe, 2017, p.40). Valter Hugo Mãe expresses our desire in the making of this paper to share our experience of meeting refugee children, as part of an ongoing research project dedicated to exploring the conditions in which they live in Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Brazil, and the influences they bring with them from their birth countries. In the process of conducting this research, we were surprised by a group of children who belong to the Warao ethnic group, and who have been welcomed by the municipality of Nova Iguaçu, which is part of Baixada Fluminense. The Warao are indigenous peoples from the North of Venezuela and their name means &#8220;canoe,&#8221; given their close relationship with water. A group of displaced Warao children and their families arrived in Nova Iguaçu after having &#8220;camped&#8221; out in the surroundings of Novo Rio bus station for a few weeks, followed by a sojourn in a public shelter, where the differences between them and the existing members of the institution led to conflict. Through a religious institution&#8217;s initiative, the families then found shelter in a small farm in the city of Japeri. They stayed there for six months, but once again were threatened by the prospect of eviction, after which they were finally welcomed in the city of Nova Iguaçu. The families-five interconnected units-expressed the wish to remain together and a social service institution found them a closed school building, which was modified to accommodate the group. When the Covid pandemic struck, the research and study group GEPELID began following the daily routine of these children at the shelter school and at the Marambaia welfare center. In their meetings with the Warao, the researchers were struck by their references to the Buriti tree as the &#8220;tree of life,&#8221; and the depths of its implications for their identity. In exploring this concept, the research group&#8217;s experience of radical cultural difference revealed the extent to which research in the human sciences is always a meeting with the other, and the relation between researcher and subjects an occasion for dialogue.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[resumen "La belleza sólo existe si hay un interlocutor. La belleza de la laguna es siempre alguien" (Mãe, 2017, p. 40). Valter Hugo Mãe expresa nuestro deseo en la realización de este artículo: compartir el encuentro con los niños y niñas refugiados. Este encuentro forma parte del proceso de investigación que busca mapear a los niños y niñas en condición de refugiados en la Baixada Fluminense y desvelar la experiencia de desplazamiento desde su país de origen. Durante el proceso de mapeo de los sujetos de la investigación, nos sorprendió un grupo de niños pertenecientes a la etnia Warao que fueron acogidos por el municipio de Nova Iguaçu - Baixada Fluminense. Los Warao son indígenas del norte de Venezuela y su nombre significa pueblo de la canoa, dada su profunda relación con el agua. A través de las aguas turbulentas de la vida, un grupo de niños y sus familias llegaron a Nova Iguaçu. Antes de ser acogidos allí, las familias "acamparon" en los alrededores de la Terminal de Autobuses de Novo Rio durante alunas semanas. Inicialmente se les remitió a un refugio público, pero el mar embravecido refractaba diferencias de perfil entre ellos y quienes ya estaban en el refugio. Por una iniciativa religiosa, las familias fueron acogidas por el municipio de Japeri en un sitio. Permanecieron allí durante seis meses, pero, una vez más, se fueron a navegar a otras aguas, ya que sufrían la inminencia de un desalojo. En busca de aguas más tranquilas, los Warao fueron acogidos por el municipio de Nova Iguaçu. Las familias (cinco núcleos interconectados) deseaban permanecer juntas, por lo que la Secretaría de Asistencia Social (SEMAS) cedió y adaptó una escuela en desuso para albergar a los indígenas. En aguas turbulentas, en medio de la pandemia, el Grupo de Estudio e Investigación sobre Lenguajes, Infancias y Diferencias (GEPELID) entró en escena, acompñanado la rutina de estos niños en la escuela de acogida y en el Centro de Acción Social de Marambaia. En los encuentros con los Warao nos impactó el árbol Buriti, ¡árbol de la vida! Ah, el Buriti, palabra que causó afecto y aprendizaje, porque tiene raíces profundas y un vínculo afectivo para los Warao. Durante el recorrido del estudio comprobamos que la investigación en Ciencias Humanas es siempre un encuentro con el otro, así como que el sistema ideológico es de suma importancia en la formación de los signos. La palabra Buriti también carga un sentido ideológico y vivencial para el pueblo Warao. Cabe mencionar que la base teórica de este escrito tiene su arquitectura en Bajtín y en la relación entre el investigador y los sujetos del campo.]]></p></abstract>
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