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Resumo • Práxis Educativa 19 • 2024 • DOI: https://doi.org/10.5212/praxeduc.v.19.23300.082

Maria Apparecida Fernandes Vieira Pinto, escriturária e exilada política: hermenêutica feminista de rastros biográficos

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Práxis Educativa

versión impresa ISSN 1809-4031versión On-line ISSN 1809-4309

Resumen

GONZATTO, Rodrigo Freese; CAMPAGNARO, Sara  y  EGGERT, Edla. Maria Apparecida Fernandes Vieira Pinto, escriturária e exilada política: hermenêutica feminista de rastros biográficos. Práxis Educativa [online]. 2024, vol.19, e23300.  Epub 14-Oct-2024. ISSN 1809-4309.  https://doi.org/10.5212/praxeduc.v.19.23300.082.

Maria Apparecida Fernandes Vieira Pinto (1911-1997) foi servidora do Ministério da Educação e Cultura (MEC), secretária geral do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB) e enfrentou a perseguição da Ditadura Militar, que a levou ao exílio na Iugoslávia e no Chile junto a seu marido, o filósofo e educador Álvaro Vieira Pinto. Este artigo reúne indícios, por meio da pesquisa bibliográfica e documental, que permitem delinear uma biografia inicial de Maria Apparecida, apresentando algumas análises com base na hermenêutica feminista. Conclui-se que a trajetória de Maria é marcada pelo trabalho, no secretariado e na datilografia, em especial dos escritos de Vieira Pinto, bem como nos cuidados para a manutenção da vida do marido, além das interações que vivenciou com uma parcela importante da intelectualidade brasileira, figuras públicas dos ideais educacionais nos anos 1960-1970. Por fim, a história das mulheres é problematizada para estudos posteriores no campo das Ciências Humanas.

Palabras clave : Hermenêutica feminista; História das mulheres; Ditadura brasileira..

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