Poder vibrante, vibrantes subjetividades: a abordagem de contação de histórias (storytelling) no estudo do poder na educação

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Educação UNISINOS
versión On-line ISSN 2177-6210
Resumen
J0RGENSEN, Kenneth Mølbjerg. Poder vibrante, vibrantes subjetividades: a abordagem de contação de histórias (storytelling) no estudo do poder na educação. Educação. UNISINOS [online]. 2017, vol.21, n.1, pp.21-30. ISSN 2177-6210. https://doi.org/10.4013/edu.2017.211.03.
Este artigo constrói um referencial para estudar o poder, na educação, por meio de histórias. Histórias são apresentadas como modos práticos nos quais subjetividades são produzidas dentro de um dispositivo, que é teorizado como o lugar onde o poder se torna concreto. Histórias assumem duas funções paradoxais. Elas atualizam o poder, mas são também o lugar onde se constroem resistências a ele. O sujeito humano é teorizado como corporificado em histórias vivas, que vive e produz forças discursivas, espaciais e materiais de novas maneiras. A história é a resposta viva para os “outros”, humanos e não humanos, com quem o sujeito está envolvido em cada momento. Portanto, argumenta-se que o poder e a contação de histórias - storytelling - estão intimamente ligados e dependem um do outro. Utilizados em conjunto, proporcionam um referencial para considerar a educação como um espaço vibrante, dinâmico, vivo e plural, no qual múltiplas subjetividades são criadas e recriadas a cada momento, dentro e entre as tramas do poder.
Palabras clave : Poder; Dispositivo; Contação de Histórias (Storytelling); Subjetividade.


