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Atendimento educacional aos portadores de deficiência mental na rede municipal de São Paulo: caracterização e análise das Sapnes

PID: S1413-65382001000100009 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Sousa Prietro
Com o objetivo de analisar as Salas de Atendimento aos Portadores de Necessidades Especiais (SAPNE), enquanto recurso de integração do aluno deficiente mental na Rede Regular de Ensino do Município de São Paulo, desenvolvemos uma pesquisa que possibilitou caracterizar como vem se dando a sua implantação, bem como sua contribuição para o processo de escolarização de alunos que demandam educação especial. Foram coletadas informações quanto às condições de instalação e de funcionamento sobre 22 (vinte e duas) salas, o que representava o universo de SAPNEs no ano de 1997. A caracterização, obtida com o estudo, provoca indagações que vão desde a sua destinação estar sendo, realmente, a alunos deficientes mentais, até seu potencial de contribuir para integração, à escola regular, de alunos que, de fato, apresentem deficiência.

Classe Especial: um olhar de seus usuários e usuárias

PID: S1413-65382001000200007 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Santos Denari
Este estudo buscou entendimentos que permitissem conhecer a realidade da classe especial - do Município de Manaus - por meio dos depoimentos de seus usuários - alunos deficientes mentais - partindo de suas percepções e vivências. As percepções destes usuários afloraram, mas expressões e posicionamentos manifestados em conversas nos ambientes escolar e familiar. Os depoimentos deixaram claro para os pais a necessidade de maiores informações sobre os objetivos desta modalidade de serviço educacional. Decorre daí, a necessária mudança de atitude frente a alunos que compreendem sua história de fracasso escolar e, principalmente, uma reflexão sobre com vem-se efetivando este serviço, seus resultados e suas conseqüências para a carreira social, escolar e profissional dos usuários.

Consciência fonológica: avaliação e intervenção dos distúrbios de escrita em crianças surdas

PID: S1413-65382001000200005 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Batista Noronha-Souza Feniman Crenitte
Os objetivos deste estudo foram verificar o grau de habilidade fonológica em crianças surdas e os efeitos do treinamento da consciência fonológica e correspondências grafo-fonêmicas no processo de aquisição da escrita. Foram selecionadas 5 crianças do Centro Educacional do Deficiente Auditivo (CEDAU/USP), com idades entre 7 anos e 6 meses à 11 anos e 11 meses, portadoras de perda auditiva neurosensorial bilateral variando de grau moderado à severo. O estudo foi desenvolvido longitudinalmente, através de Avaliação inicial composta pela Prova de Consciência Fonológica (Capovilla, Capovilla, 1998) e Avaliação de escrita (Zorzi, 1994); Intervenção baseada nas estratégias de Capovilla e Capovilla (2000) e Santos, Navas, Pereira (1997); e Avaliação final que consistiu na repetição dos procedimentos da avaliação inicial. A análise dos dados confirmou alterações nas Provas de Consciência Fonológica (PCF), sendo notado um melhor desempenho na PCF e maior aproveitamento do treinamento da consciência fonológica por crianças com menor grau de perda auditiva. Também foi observada significativa redução de erros ortográficos após o treinamento da Consciência Fonológica.

Diagnósticos e avaliações de alunos de classes especiais em Sergipe: investigações sobre a eficácia do processo

PID: S1413-65382001000200004 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Bergo Carvalho Santos Cruz Santos Santos
O objetivo deste estudo foi o de levantar, mediante questionário semi-estruturado, aplicado durante entrevistas semi-abertas, as deficiências apontadas pelos professores de classes inclusivas de escolas particulares, das instituições filantrópicas e da rede estadual de ensino especial em Aracaju, quanto ao efetivo auxílio que os diagnósticos, recebidos dos especialistas que encaminham seus alunos, possam proporcionar ao seu trabalho cotidiano em sala de aula com os alunos especiais. Mais do que outras informações julgadas como necessárias no relatório, a orientação direta ao professor foi a necessidade mais apontada, em relação às informações, aos dados e a classificação do aluno.

Educação inclusiva, incluir para quê

PID: S1413-65382001000200002 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Abramowicz
Este artigo realiza a discussão sobre a inclusão a partir de três aspectos que são essenciais quando lutamos por uma educação que seja inclusiva. O primeiro aspecto refere-se à noção de inclusão da qual deriva a idéia de exterioridade, de fora, temáticas que são discutidas a partir dos trabalhos de Michel Foucault e Gilles Deleuze. Diferenças é o segundo aspecto discutido no artigo, onde se enfatiza a urgência de se produzir diferenças, na medida em que há uma incessante forma, talvez nova, de vida produzida pelos diferentes e que é preciso estar atento para aproveitar. Por fim, o artigo analisa a escola atual, tomando a educação infantil como exemplo, já que ela também esta sendo incluída no sistema educacional, para responder à questão, a escola tal como ela se encontra hoje quer incluir as crianças, para quê?

Influências do mobiliário adaptado na performance do aluno com paralisia cerebral espástica: considerações sobre a literatura especializada

PID: S1413-65382001000100003 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Braccialli Manzini Vilarta
O objetivo deste texto foi o de discutir critérios para escolha de mobiliário para o aluno portador de paralisia cerebral espástica e, conseqüentemente, avaliar o posicionamento advindo do mobiliário utilizado. Uma ampla revisão da literatura específica sobre mobiliário serviu como embasamento teórico. A partir dessa revisão, foram feitas considerações sobre o mobiliário adaptado e as conseqüências biológicas no posicionamento de crianças e jovens acometidos por paralisia cerebral espástica.

Jogo: procedimento didático "especial" no ensino do deficiente mental

PID: S1413-65382001000100005 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Silva
Este artigo analisa o jogo como uma espécie de procedimento diferenciado, pois na dinâmica que se estabelece "deficientiza" as possíveis possibilidades que apresenta para o desenvolvimento e a aprendizagem do sujeito deficiente mental. Isso parece ocorrer muito mais em razão de uma utilização permeada pelas condições mentais, físicas, emocionais e sociais destes sujeitos, do que do valor educacional que lhe é intrínseco.

O significado do processo de profissionalização para o indivíduo com deficiência mental

PID: S1413-65382001000100007 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Meletti
O presente trabalho objetivou investigar o significado da profissionalização para indivíduos com deficiência mental com experiência de trabalho no mercado competitivo e para aqueles que não haviam passado por tal experiência. Contou-se com a participação de seis indivíduos considerados deficientes mentais. Os dados foram coletados através de sessões de entrevistas durante as quais os participantes discorreram sobre seu trabalho na oficina e no mercado competitivo. Verificou-se que para os participantes a profissionalização significa: uma via de inserção nas relações de produção; continuidade do atendimento educacional; preparação para o trabalho em esquema de subcontrato; alternativa ao ócio e ao desemprego; aquisição de boa conduta; reconhecimento pessoal e profissional; via de estigmatização; e inserção nas relações de trabalho.

Os trabalhos e os dias dos deuses e dos homens: a mitologia como fonte para refletir sobre normalidade e deficiência

PID: S1413-65382001000100006 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Bianchetti
Pesquisar a maneira como os mitos são criados e como os deuses mitológicos, nas suas relações entre si e com os mortais, tratam aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade estabelecidos pode se constituir numa privilegiada estratégia para refletir sobre como os constructos de inclusão/exclusão foram sendo forjados originalmente e como saíram da mitologia para entrar na história e se tornarem operacionais e constantemente representificados. O encantamento provocado por essas pesquisas se metamorfoseia em desencanto quando se percebe que a práxis excludente/inclusiva poucas mudanças veio experimentando. E esse desencanto se torna mais dramático quando se percebe que, apesar das sofisticações terminológicas e das criações científicas e tecnológicas potencialmente contributivas à realização do ideal de igualdade de todos, ainda estamos longe desse desiderato.

Reflexões sobre a educação sexual da pessoa com deficiência

PID: S1413-65382001000100004 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Maia
A sexualidade é inerente a todo ser humano e sua manifestação independe da presença ou ausência de deficiências. Recentemente, a questão da educação sexual da pessoa com deficiência tem sido alvo de reflexões no campo da Educação Especial, principalmente entre alguns pesquisadores, almejando buscar ações alternativas de orientação mais adequadas, pertinentes e éticas. Comumente a família, os profissionais e os professores, seja por ingenuidade, desconhecimento ou ainda por despreparo, tratam a sexualidade de acordo com crenças, preconceitos e idéias distorcidas, atribuindo aos deficientes uma sexualidade com limitações ou com exageros. As possíveis elaborações de programas de orientação sexual demandariam preliminarmente uma investigação sobre as concepções que os educadores têm acerca da sexualidade das pessoas com deficiência. Isso possibilitaria acréscimos metodológicos (de conteúdo e de estratégias) para consolidar futuras propostas de ações educativas voltadas à sexualidade do deficiente, seja qual for a condição da deficiência e sua possível limitação social.

Sexualidade e os portadores de deficiência mental

PID: S1413-65382001000200003 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: França Ribeiro
O artigo apresenta uma reflexão sobre a questão da sexualidade em portadores de deficiência mental. Discorre sobre as dificuldades para que se possa aceitar o exercício da vida afetivo-sexual para esta população. Enfatiza a necessidade da oferta da educação/orientação sexual e destaca alguns pontos que podem dificultar tanto a aceitação da manifestações da sexualidade, quanto alguns entraves para que se possa colocar em prática programas de orientação sexual para portadores de deficiência mental. São investigados e discutidos dentro desta proposta: os mitos em relação a sexualidade, o desenvolvimento e a trajetória no terreno da sexualidade, a masturbação e a vida afetivo-sexual entre essas pessoas, questões críticas relacionadas à implantação de programas de orientação sexual, as conseqüências da aceitação ou repressão das manifestações da sexualidade sobre a vida e o ajustamento social e pessoal, além da apresentação de algumas sugestões para favorecer o aprendizado de comportamentos na área da sexualidade humana.

Transtornos emocionais e educação especial

PID: S1413-65382001000200006 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Migliorini
Comentários sobre o surgimento da categoria transtornos emocionais no contexto educacional, epidemiologia e fatores envolvidos no fenômeno de exclusão dos transtornos emocionais, enquanto categoria relevante, pela educação especial inclusiva no Brasil, apesar da incidência significativa de casos no contexto escolar.

Um estudo sobre barreiras arquitetônicas na Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente

PID: S1413-65382001000100008 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2001
Autores: Brancatti
Nota-se, atualmente, na sociedade que as pessoas deficientes encontram dificuldades de acesso e locomoção em espaços urbanos, locais públicos e de edificações. A partir desta observação surgiu o interesse pelo tema proposto, e elaboramos o presente estudo por meio do qual constatamos que locais de freqüência pública como, anfiteatros, biblioteca, ginásio, salas de aulas, dentre outros, não oferecem acessibilidade para as pessoas deficientes. Este trabalho teve como objetivo identificar alguns pontos que caracterizam as barreiras arquitetônicas existentes na Faculdade de Ciências e Tecnologia/UNESP de Presidente Prudente, elementos que dificultam o acesso e a locomoção de pessoas deficientes em freqüentar estes locais, revelando de certa maneira o despreparo da Unidade em receber esta parcela da população. A pesquisa baseou-se no registro fotográfico dos ambientes que devem ser freqüentados pelos deficientes, e seus utilitários como biblioteca, anfiteatros, salas de aulas, piscina, ginásio esportivo, além de bebedouros, escadarias, banheiros e boa parte do prédio do discente III, local onde se concentram os cursos de Educação Física e Fisioterapia, cursos que atendem pessoas deficientes em projetos esportivos e ambulatoriais. As fotos, confrontadas com as normas da ABNT(1994) reclamam a falta de preocupação e de adequação às necessidades de uma parcela significativa de usuários dos serviços disponíveis. Sugerimos que a Universidade siga as normas estabelecidas garantindo o cumprimento de leis constitucionais a todo o ser humano e o direito de conviver com seu grupo social dignamente.

A brincadeira simbólica de crianças deficientes visuais pré-escolares

PID: S1413-65382000000100009 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Silveira Loguercio Sperb
Sabe-se que a brincadeira simbólica predomina na criança do período pré-operatório e que crianças deficientes visuais são hábeis para este tipo de brincar, embora necessitem ser ensinadas, já que, muito menos freqüentemente do que crianças videntes exibem a brincadeira de forma espontânea. Procurou-se, então, com este estudo, observar e descrever as brincadeiras de crianças DVs de pré-escola, com referência aos seus aspectos cognitivos, em dois contextos: espontâneo e proposto. A seguir, verificar se estes contextos determinam diferenças nos níveis simbólicos de suas brincadeiras. Foram observadas 6 crianças DVs de uma Instituição Escolar Filantrópica, tendo o claro enquadre lúdico como critério de escolha das brincadeiras. As brincadeiras foram classificadas segundo os níveis de McCune-Nicolich e os resultados mostraram que, na brincadeira espontânea, 48.65% dos enquadres encontravam-se no período simbólico, enquanto que, na brincadeira proposta, 100% dos enquadres encontravam-se neste período. Os resultados indicam que, sob estimulação, estas crianças podem alcançar um nível de desenvolvimento cognitivo bem mais elevado.

A mediação semiótica no processo de alfabetização de surdos

PID: S1413-65382000000100008 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Cader Fávero
A linguagem gestual nasceu da necessidade que as pessoas surdas tem de se expressar no seu contexto sócio-cultural. Esse tipo de linguagem encontra-se sistematizado atualmente, de modo que cada país possui uma língua de sinais específica. Baseados no processo de mediação semiótica, vários estudos têm demonstrado que a escolarização de crianças surdas deve considerar toda a sua experiência lingüística e, conseqüentemente, a importância da língua de sinais como ferramenta de alfabetização vem crescendo. Baseando-se nesses estudos, realizou-se uma intervenção de natureza psicopedagógica, com o objetivo de alfabetizar um grupo de seis crianças, portadoras de deficiência auditiva congênita, utilizando-se a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), a expressão gestual, a leitura labial e a oralização. Ao longo do período da intervenção, verificaram-se progressos em todos os aspectos do desenvolvimento das crianças, bem como em relação à sua socialização e à sua auto-estima. Acredita-se que os resultados alcançados reflitam a interação significativa entre os agentes envolvidos no processo de aprendizagem, propiciada pelo uso irrestrito de toda e qualquer forma de comunicação.

A primeira escola especial para crianças anormais no Distrito Federal: o pavilhão Bourneville (1903-1920)

PID: S1413-65382000000100006 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Muller
O presente artigo tem como intenção apresentar os resultados da pesquisa histórica desenvolvida pela autora, e que foi motivada pela verificação do reduzido número de historiografias sobre o tratamento e educação da criança com grave enfermidade psíquica. Fundamentada no pensamento de Michel Foucault, principal referencial teórico, o presente trabalho objetivou reconstituir a trajetória - práticas, discursos, metodologias - da Primeira Escola Especial para Creanças Anormaes no Distrito Federal, o Pavilhão Bourneville do Hospício Nacional de Alienados, no período de 1903 a 1920.

Classes especiais: comentários à margem do texto de Torezan & Caiado

PID: S1413-65382000000100004 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Omote
Num recente artigo, Torezan e Caiado (1995) apresentaram argumentos para discutir questões relacionadas à manutenção, ampliação ou extinção de classes especiais. É propósito deste texto mostrar que os recursos de educação especial têm sido mal utilizados, resultando daí a tão indesejada segregação de alunos deficientes. Algumas razões desse mau uso são discutidas. A extinção de classes especiais não irá resolver o problema da segregação de deficientes. Assim, em vez da extinção de classes especiais, argumenta-se a favor da sua expansão, para que um número crescente de crianças deficientes possa ser atendida em escolas públicas.

Educação especial: da LDB aos planos nacionais de educação do MEC e proposta da sociedade brasileira

PID: S1413-65382000000100002 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Minto
Este texto compila as determinações sobre a Educação Especial contidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96 - LDB) no Plano Nacional de Educação - Proposta do Executivo ao Congresso Nacional (PNE/MEC) e no Plano Nacional de Educação - Proposta da Sociedade Brasileira (PNE/PSB, II Congresso Nacional de Educação, II CONED, Belo Horizonte/MG, 9 de novembro de 1997). Faz uma análise das formas como o tema foi tratado nestes documentos e apresenta algumas considerações com o objetivo de subsidiar as discussões sobre essa importante modalidade educacional.

Filosofias educacionais em relação ao surdo: do oralismo à comunicação total ao bilingüismo

PID: S1413-65382000000100007 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Capovilla
O artigo enfatiza a importância da linguagem para o desenvolvimento social, emocional e intelectual da criança. Revê alguns fatores psicossociais e concepções históricas que auxiliam a entender atitudes quanto ao surdo, da antigüidade clássica aos dias de hoje, e relata alguns achados que auxiliam a compreender alguns dos motivos subjacentes à mudança de orientação da filosofia educacional quanto ao surdo, do oralismo à comunicação total, e desta ao bilingüismo. Descreve também alguns dos recursos oferecidos pela comunicação total, além de um programa bilíngüe pioneiro muito bem-sucedido que integra a maior parte daqueles recursos. Dada a importância crucial da linguagem para o desenvolvimento da criança, o artigo reitera a importância da educação bilíngüe da criança surda.

Instrução ancorada baseada em vídeo no desempenho de trabalho de estudantes com necessidades especiais

PID: S1413-65382000000100010 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 2000
Autores: Alcântara
O estudo explorou o uso de tecnologia de vídeo como uma abordagem alternativa para ensinar habilidades de trabalho a estudantes com necessidades especiais. No contexto de habilidades de trabalho, os efeitos da instrução ancorada em ambientes simulados foram analisados. Esta investigação usou um delineamento experimental AB com três estudantes numa tarefa de trabalho. Provas de generalização foram conduzidas em ambiente natural. Os resultados indicaram que dois dos estudantes alcançaram o critério educacional e demonstraram um alto grau de generalização. Em contraste, um dos estudantes treinados não atingiu o critério educacional e apresentou um baixo desempenho generalizado.
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