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Proposta alternativa para o ensino de surdos: experiência institucional no Estado da Paraíba

PID: S1413-65381996000100007 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1996
Autores: Gianini Pessoa Dorziat
O objetivo deste artigo é descrever o trabalho pedagógico realizado em uma escola de surdos, apresentando o processo teórico-metodológico relacionado às formas de comunicação usadas em sala de aula e os diversos programas desenvolvidos, tais como intervenção comunicativa, ensino e outros.

Ética, cidadania e educação especial

PID: S1413-65381996000100009 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1996
Autores: Paula
Este trabalho está centrado na reflexão sobre a questão da ética no contexto da educação especial. A ética, a conquista da cidadania e sua inter-relação com os objetivos e a prática da educação especial oferecida ao portador de deficiência mental no Brasil se constituem nos pontos centrais da nossa investigação. Este trabalho associou criticamente temas como ética e moral, cidadania e sociedade, educação e conscientização, diferença e normalidade numa tentativa de garantir um espaço permanente de reflexão sobre os direitos do portador de deficiência à sua singularidade.

A educação psicomotora como atividade lúdica para crianças com deficiência física

PID: S1413-65381995000100007 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Araujo Lorenzini
A educação psicomotora como atividade lúdica para crianças com deficiência física estimulou-se a participar ativamente durante exercícios de relaxamento, de consciência corporal, respiratórios, sensório-motores e perceptivo-motores.

Abordagem sociodramática de pais de crianças que freqüentam sala especial numa escola privada de Ribeirão Preto

PID: S1413-65381995000100010 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Soares Pasqualin Borges
Com o objetivo de aprofundar a questão de crianças com dificuldade escolar, delimitando e focalizando o problema na intenção de desenvolver hipóteses para um estudo mais amplo no futuro, propôs-se a formação de grupos de pais de alunos de sala especial de uma escola privada de Ribeirão Preto. A proposta metodológica foi a utilização da abordagem sociodramática para a animação dos chamado “grupos focais”, utilizando na metodologia de pesquisa qualitativa na linha antropológica. Formou-se um grupo de pais com dez componentes, que se reunia semanalmente, durante uma hora. Num período de cinco meses (agosto de dezembro de 1995). Foram realizadas 17 reuniões neste período, com a participação de dois animadores. Após o encerramento das reuniões, pode-se identificar algumas estruturas de relevância surgidas no grupo, tais como: discriminação da sociedade frente a criança “diferente”, ansiedade quanto ao desempenho de seus filhos, dúvidas quanto à forma de lidar como “problema”, vergonha por terem filhos “diferentes”, sentimentos ambivalentes, expectativas frustradas, fantasias quanto a um diagnóstico, conflitos entre cais, além de outras questões. Apesar de um sentimento inicial por parte da equipe, de ter um trabalho “deficiente”, devido à diminuição gradativa do número de participantes no grupo, conclui-se que o trabalho alcançou os objetivos propostos.

Adolescentes com deficiência mental: teorias sexuais

PID: S1413-65381995000100005 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Reche
Este estudo investigou os traços significativos da sexualidade de um grupo de adolescentes com deficiência mental e a relação que estes guardam com as características de um modelo de adolescentes considerados normais. Para tal, a pesquisa centrou-se nas teorias sexuais infantis. Segundo Freud, as teorias sexuais infantis são a imagem da própria constituição sexual da criança. Além de Freud, outros autores também abordaram este tema. Por isso, o estudo centrou-se na análise e interpretação psicanalítica de tais teorias, desde a classe de Freud à de Jung, passando por Klein, Rank, Ferenczi e a interpretação genética dada por Jastaidt. Os sujeitos desta pesquisa foram 17 adolescentes com deficiência mental média e leve (Qi 45-75), cuja idade variava entre 15 e 19 anos, que freqüentavam um Centro de Educação Especial de Barcelona. Os dados foram coletados em três momentos: 1 Negra; 2 e dos resultados obtidos evidenciou que as teorias segundo a Psicanálise, apresentam as crianças adolescentes com deficiência mental e as teorias sexuais infantis apontadas por Jastaidt, ainda que o paradigma de análise que apresenta a autora com relação ao estágio de desenvolvimento cognitivo e às teorias sexuais infantis não se comprovasse nesta investigação. Os resultados mostram, também, que não há correspondência entre a classificação do QI dos sujeitos e as teorias sexuais infantis verbalizadas por eles.

Aspectos históricos da educação especial

PID: S1413-65381995000100002 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Bianchetti
O estudo procura mostrar que, no decorrer da história da humanidade, a forma como os homens trataram e continuaram tratando do corpo tem a marca de uma quase total irracionalidade. Em relação a deficiência, seu pressuposto e que emergência da educação especial só será compreendida se inserida no processo histórico de como os homens foram atendendo as suas necessidades básicas e, por decorrência, como foram construindo a sua existência. Para tanto, o texto estuda o problema ao longo da história, desde a chamada experiência primitiva até o modelo capitalista, passando pelo escravismo e pelo capitalismo. Essa visão é analisada sob o ângulo de suas conseqüências para a educação especial.

Classes especiais: manter, ampliar ou extinguir? Idéias para debate

PID: S1413-65381995000100004 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Torezan Caiado
O artigo pretende trazer a questão da manutenção ou extinção das classes especiais para debate. São apresentados alguns argumentos favoráveis à manutenção das classes especiais. Considera-se que o processo de identificação e rotulação de alunos como especiais está mais relacionado às concepções sobre aprendizagem e desenvolvimento que os professores apresentam do que à existência de classes especiais. Considera-se, também, que tais classes configuram um serviço público e gratuito que deveria garantir o processo de integração na escola regular de um grande número de crianças que se encontra nas escolas especiais, portanto, em situações muito mais segregadoras.

Entrevista em Educação especial: aspectos metodológicos

PID: S1413-65381995000100009 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Dias Omote
Este estudo mostra como a entrevista te sido utilizada nas pesquisas em Educação Especial. Foram examinadas 51 dissertações de mestrado, defendidas no Programa de Pós em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos. Desse total, 16 dissertações empregaram a entrevista para coletar dados. Foi elaborado um roteiro apropriado para a leitura e coleta das informações dos estudos, tendo por base os principais tópicos que compõem (ou deveriam compor) a estrutura de um trabalho cientifico. Os resultados mostram que as maiorias das dissertações não descrevem, suficientemente, os procedimentos adotados e nos alertam da necessidade de explicar, no relato dos estudos, como está sendo realizada a entrevista. As condições nas quais as informações são obtidas devem ser esclarecidas, considerando que podem esta influenciando a natureza dos dados.

Famílias que têm uma criança com atraso no desenvolvimento: algumas implicações

PID: S1413-65381995000100011 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Martinez Alves
Detecta-se como importante, atualmente, o estudar a situações familiar quando do nascimento e durante a infância de crianças portadoras de atraso no desenvolvimento infantil, visando identificar possíveis formas de atuação para profissionais, ligados ao problema, que gerem apoio, minimizem o stress e favoreçam a evolução dessas crianças. Neste sentido, a presente pesquisa foi estruturada, objetivando verificar a forma de os pais tomarem conhecimento sobre os problemas da criança, a influência qu7e têm as informações que lhes são passadas na formação e uma percepção do filho e a rotina de vida que se estabelece desde então. Para tanto, foi elaborado e testado um roteiro de entrevista semi-estruturado, aplicado a 24 pais de crianças com problemas no desenvolvimento. A análise qualitativa dos resultados mostrou que: existe muita informação confusa nos primeiros meses de vida do bebê, proveniente de profissionais e leigos; há situações difíceis de serem solucionadas quanto ao diagnóstico, e os pais têm que conviver com elas; e há alterações substanciais na rotina da família e na sua dinâmica.

Perspectiva histórica do movimento integracionista na Europa

PID: S1413-65381995000100003 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Santos
Este artigo pretende discutir o movimento integracionista em alguns dos países do oeste europeu dentro de uma perspectiva histórica. Pretende ainda levantar algumas questões a respeito de possíveis implicações ao movimento integracionista no campo da educação, trazidas pelas recentes mudanças no cenário europeu no sentido do estabelecimento de uma ideologia de marcado e, portanto, de maior competitividade.

Prevenção da deficiência mental nos períodos pré, peri e neonatal

PID: S1413-65381995000100008 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Enumo Kerbauy
Atuar preventivamente tem sido a solução indicada pela OMS para reduzir de 10% para 3% a incidência de portadores de DM na população de países em desenvolvimento. Uma maneira da administração pública se fundamentar seria através de um conhecimento organizado sobre as ações de prevenção da DM, passíveis de realização no âmbito municipal, principalmente. Visando a sistematizar as várias ações de prevenção (AP) indicadas pela literatura da área, utilizamos a classificação de Leavell e Clarck (1965): “Prevenção Primária - promoção de saúde e proteção específica” e “tempo”em que ocorrem e tratamento imediato”. As AP e seus efeitos foram separadas pelo “nível de prevenção” e “tempo” em que ocorrem (pré, pero e neonatal), resultando em oito quadros. Classificando agora estas AP segundo os possíveis informantes, foram construídos seis roteiros de entrevista, totalizando 433 questões, abertas e fechadas, a serem aplicadas em seis locais: Secretária Municipal de Saúde - 83 AP, Centro de Saúde - 138 AP, Maternidade- 209 AP (atendimentos pré-Natal - 120 AP, Perinatal - 15AP, Neonatal - 49 AP e Berçário- 28 AP). Os roteiros foram organizados em duas parte: a primeira contém os Resultados Gerais, Conclusão, Sugestão e Fontes de Referências; e a segunda, o Roteiro de Entrevista, com identificação e organização do local, resultados quantitativos, questões de entrevista e complementações ao roteiro. As respostas são assim categorizadas: E- executadas, C- em curso, p - planejada, N - não existente, A- abandonada, I - não informada; complementando-se com os efeitos obtidos, quando a resposta for positiva. A identificação das AP segundo seu nível de prevenção permite o cálculo percentual dos dados, indicando o tipo de prevenção mais defasado, com sugestões de intervenção multidisciplinar.

Questões textuais em adolescentes com Síndrome de Down

PID: S1413-65381995000100006 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1995
Autores: Freitas Monteiro
Este trabalho teve por objetivo analisar questões relativas à coerência e a conversação de adolescentes portadores de Síndrome de Down, dentro de uma perspectiva interacional que enfatiza a relação dialógica entre locutor-ouvinte e não apenas a linguagem do falante de maneira isolada. Para tanto, foram gravadas mensalmente conversas entre quatro a díades adulto-jovem com Síndrome de Down. Após as gravações, as fitas foram transcritas e posteriormente analisadas de acordo com as categorias previamente descritas que indicavam aspectos relevantes da conversa entre a díade. Os resultados indicam que se conseguiu o estabelecimento de um intercâmbio coerente quando o adulto assumiu o papel de resgatador do tópico da conversação e fez com que o jovem voltasse ao assunto por ele introduzido. Os resultados são discutidos considerando-se a importância da disponibilidade em ouvir aquilo que o jovem deseja falar e em se interessar por aquilo que é dito.

A atuação de alunas de magistério em treinamento de AVD numa APAE: uma análise experimental

PID: S1413-65381994000100005 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Santos Almeida Bzuneck
Este trabalho teve como objetivo principal treinar alunas do magistério em nível de segundo grau a ensinar alunos portadores de Deficiência Mental habilidades de vida prática. Tais habilidades foram ensinadas através de análises de tarefas, técnicas do Projeto More Projeto Ajuda Graduada. Os resultados demonstram que, antes do treino, as instrutoras tinham a tendência mais de "fazer" a tarefa para a criança: após o treinamento, verificou-se que as monitoras conseguiram assimilar as técnicas, fazendo com que as crianças conseguissem desenvolver as tarefas, mais independente. Algumas conclusões foram tiradas sobre o treino de voluntários para atuarem em Educação Especial, bem como discutiram-se, também os, pontos fortes da implementação feita pelos monitores, os benefícios par a escola, as vantagens para as nove crianças envolvidas no experimento, suas limitações e recomendações para futuras pesquisas.

Aprendendo com o toque: reflexões e sugestões para uma educação sexual adaptada ao portador de deficiência visual

PID: S1413-65381994000100004 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Lebedeff
O trabalho investiga as representações que as pessoas cegas fazem de sua sexualidade. Foram entrevistados nove deficientes visuais adultos, homens e mulheres, estudando em classe especial. Os depoimentos confirmam e revelam um comportamento sexual reprimido e uma grande desinformação, associadas a um quadro mais amplo de estigmatização da sexualidade do portador de deficiência. As conclusões reforçam a necessidade de programas de educação sexual adaptados, destinados a deficientes visuais jovens e adultos, envolvendo a escola e a família.

Considerações sobre a reflexividade de alunos surdos frente à linguagem escrita

PID: S1413-65381994000100002 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Góes Andrade
O estudo busca analisar, com base na noção de processos reflexivos desenvolvidos por Vygostsky, como os alunos surdos refletem sobre sua própria linguagem escrita; como concebem a linguagem envolvida na escrita, fala e sinais. Um grupo de alunos foi avaliado em duas situações: na análise e busca de solução para problemas textuais e suas produções e na análise de relações entre Língua Brasileira de Sinais e Português e entre escrita, fala e sinais. O estudo concluiu que os sujeitos, participantes de um programa baseado em comunicação total e em prática bimodal. Mostram dificuldades em efetivar a linguagem escrita e que uma das fontes desses problemas pode estar em suas concepções sobre a fala, escrita e sinais, assim como na ausência de compreensão do Português e da Língua Brasileira de Sinais como duas línguas.

Construção do pensamento lógico por crianças com síndrome de down

PID: S1413-65381994000100003 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Ballaben Faria Monteiro
Este estudo por objetivo apresentar um programa que auxiliasse no processo de construção do pensamento lógico-matemático de crianças portadoras de Síndrome de Down. Participaram deste programa seis crianças, quatro do sexo feminino e duas do sexo masculino, com idade variando entre sete e dez anos no início da pesquisa, todas portadoras de Síndrome de Down. As crianças foram acompanhadas de março de 1990 a dezembro de 1992 e foram avaliadas semestralmente. Os resultados deste estudo demonstraram que crianças portadoras de Síndrome de Down constroem se conhecimento tal e quais crianças normais, embora de maneira mais lenta e com especificidades próprias da Síndrome, e que, o programa auxiliou-as na construção do pensamento lógico-matemático atingindo o objetivo proposto. No decorrer deste estudo, discutimos os resultados dos dois tipos de avaliação que utilizamos, uma individual e periódica e composta de provas piagetianas de conservação, seriação e correspondência, e outra realizada em grupo durante todo o estudo onde observamos os mesmos itens que na anterior, em atividades da rotina escolar. Os resultados sugeriram que a avaliação em grupo deu-nos uma visão mais clara e detalhada do processo de desenvolvimento das crianças.

Deficiência e não-deficiência: recortes do mesmo tecido

PID: S1413-65381994000100007 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Omote
Este artigo discute as questões relacionadas a diferenças a diferenças e deficiências, levando-se em conta as relações entre as pessoas diferenças ou deficientes e as outras pessoas. O artigo aponta também a necessidade de conceber a deficiência como um fenômeno social.

Diagnosticar a Deficiência Mental: Sim ou Não?

PID: S1413-65381994000100009 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Kassar
Discuti-se a evolução recente da educação especial pública no Mato Grosso do Sul, considerada integracionista, com destaque para as classes especiais para deficientes mentais em Corumbá. É analisada a matrícula das classes especiais a partir de 1977, mostrando que esta diminui com a introdução do diagnóstico sistematizado, profissional. Questiona-se a visão de que esse tipo de diagnóstico é responsável por procedimentos de estigmatização, pois vê-se que a segregação não necessita dele. Também é questionada a proposta de desativar as classes especiais do Estado, por não estarem atendendo a quem efetivamente apresenta necessidades educativas especiais. O diagnóstico e a classe especial, por si, não explicam a segregação e a estigmatização.

O valor dos testes de bebês e suas implicações para a Psicologia do Desenvolvimento e Educação Especial

PID: S1413-65381994000100011 | Periódico: Revista Brasileira de Educação Especial (1413-6538) | Ano: 1994
Autores: Nunes Sisdelli Fernandes
Os testes de bebês têm sido utilizados como instrumentos importantes na prática profissional e em pesquisas básicas clínicas e educacionais. Profissionais de diversas áreas do conhecimento envolvidos com o desenvolvimento infantil têm utilizado escalas de bebês não somente para identificação, mas também para prescrição de programas educacionais para bebês de risco. Quatro importantes testes de bebês são descritos em termos de suas justificativas, objetivos, pressupostos teóricos, características de amostra normativa, característica do instrumento e fidedignidade. Pesquisas sobre a validade preditiva destes testes são revistas criticamente.
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