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DIFICULDADES DE UM CULTURA CIENTÍFICA DE TÉCNOLÓGICA NO MEIO RURAL AFRICANO

PID: S1983-21172003000100023 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2003
Autores: GUEYE
A maioria dos países africamos, enfrentam um estado de subdesenvolvimento crónico. A pauperização da população atinge números alarmentes sobretudo no meio rural. As populações rurais tentam alterar tal quadro e enfrentar o isolamento decorrente das grandes distâncias físicas e culturais. Contudo basta observar seus hábitos para constatar que estas comunidades detêm uma certa cultura científica solidamente arraigada em valores sociais e que infelizmente muitas vezes se choca com a cultura científica e tecnológia ocidental.

INICIAÇÃO À PESQUISA: UM EIXO DE ARTICULAÇÃO NO PROCESSO FORMATIVO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

PID: S1983-21172003000100009 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2003
Autores: Teixeira
O presente artigo analisa o processo de iniciação à pesquisa em educação em ciências que vem sendo desenvolvido no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UESB/Jequié/BA. A pesquisa foi desenvolvida entre 2002 e 2003, com o acompanhamento da trajetória de 12 licenciandos que participaram do processo desde a confecção do projeto de pesquisa até a entrega da monografia final. Para complementar a coleta de dados, foram realizadas entrevistas e análise documental, além do contato com os professores que atuaram como orientadores dos licenciandos. O objetivo da pesquisa foi detectar o impacto desse processo na formação dos licenciandos e, verificar se de alguma forma, a realização dos trabalhos de final de curso permite a articulação entre a área de conteúdos específicos e a área de formação pedagógica, contribuindo para construção de uma proposta curricular mais coesa, em que todos possam dar contribuição efetiva para formação do professor.

O MAPA ENQUANTO DISCURSO E O DISCURSO DO MAPA: ALGUMAS QUESTÕES

PID: S1983-21172003000200125 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2003
Autores: Gaudio
Este artigo procura analisar o discurso presente em alguns mapas políticos em pequena escala. Os referenciais teóricos para essa análise estão presentes no campo da Análise do Discurso. Se os mapas políticos elaborados em pequena escala exercem uma função "mistificadora", esta se apresenta sob a forma da "neutralidade e cientificidade" aparen temente presentes em sua elaboração, e a partir de nossa familiarização com eles, construída no contato cotidiano nas aulas de geografia da escola básica, e mesmo na grande imprensa.

UM CURRÍCULO DE CIÊNCIAS VOLTADO PARA A COMPREENSÃO POR TODOS

PID: S1983-21172003000200139 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2003
Autores: Millar
Aborda as razões para ensinar ciências para todos os estudantes da escola e as caracterís ticas do currículo de ciências. Discute três aspectos de uma compreensão da ciência: compreensão do conteúdo de ciências, compreensão dos métodos de investigação utiliza dos na ciência, e compreensão da ciência enquanto atividade social.

AS CONCEPÇÕES DE NATUREZA NOS LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS

PID: S1983-21172002000200002 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Martins Guimarães
Análise das concepções de natureza dos livros didáticos sob uma perspectiva holística e transformadora. Fomenta discussões entre os profissionais da educação sobre o papel do livro como reprodutor das ideologias dominantes em relação aos recursos naturais, a partir do estudo de uma amostra de 67 títulos da área de Ciências. Discute a predominância da visão ocidental e capitalista de homem dominador da natureza e suas implicações sobre a educação e sociedade. Conclui que o livro de Ciências das séries iniciais, apesar das mudanças em alguns aspectos, continua com a visão do papel do homem dominador da natureza, dificultando a conscientização e o respeito sobre os problemas ambientais.

AVALIAÇÃO, ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS

PID: S1983-21172002000100025 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Silva Moradillo
A avaliação escolar é discutida como atividade cotidiana de colaboração entre professores e alunos na busca do conhecimento científico. Fundamentados em uma concepção dialética do conhecimento, repudiamos a avaliação puramente classificatória praticada nas escolas e propomos que a crítica ocupe lugar central na interação professor- aluno-conhecimento, de modo que a avaliação se volte para a dinâmica da construção dos significados. A experimentação deste conceito de avaliação no ensino superior de química tem produzido alguns bons resultados: maior participação dos alunos em aula, mais e melhores críticas, ensino mais conseqüente. A maior dificuldade tem sido romper o vínculo estabelecido pelos alunos entre realização de atividades e atribuição de notas, pois encontram-se fortemente condicionados pela avaliação classificatória.

Concepções, paradigmas e valores para o desenvolvimento sustentável

PID: S1983-21172002000200006 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Pellaud
O artigo discute os resultado de uma pesquisa sobre a identificação de parâmetros necessários para transmitir ao público o conceito de desenvolvimento sustentável no contexto de uma exposição de museu interativa. A partir da análise de entrevistas com visitantes da exposição identificamos alguns obstáculos individuais, sobretudo relacionados ao envolvimento pessoal requerido na apropriação do conceito. Concluiu-se que os obstáculos estão situados em diferentes níveis, alguns atingindo o desenvolvimento cognitivo e a dificuldade vivenciada pelas pessoas por temer a complexidade, outros mais ligados ao domínio do emocional, da ética, ou para um certo quadro da realidade.

EXERCÍCIOS DE RACIOCÍNIO" EM TRÊS LINGUAGENS: ENSINO DE FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS

PID: S1983-21172002000100059 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Lima Carvalho
Com o objetivo de estudarmos a adequação de histórias infantis como instrumento de ensino de Física para crianças, elaboramos uma atividade que foi desenvolvida em uma turma do segundo ano do ensino fundamental de uma escola pública da cidade de São Paulo. Após a leitura da história, os alunos receberam um exercício de raciocínio para discutirem em pequenos grupos sem qualquer estímulo à experimentação. Depois desta etapa as crianças foram convidadas a discutirem suas idéias e/ou conclusões com toda a turma, numa grande roda. Para em seguida relatarem suas experiências, de maneira individual, através de um desenho e/ou pequena redação. Neste trabalho apresentamos a análise de suas falas durante a discussão da grande roda e a análise de seus relatos.

Formas de Construtivismo: Mudança Conceitual e Construtivismo Contextual

PID: S1983-21172002000100037 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: El-Hani Bizzo
Geelan (1997), em seu modelo bidimensional das formas de construtivismo, situa o construtivismo contextual, proposto por William Cobern, numa posição diametralmente oposta à pedagogia da mudança conceitual, por ele associada ao construtivismo pessoal. Neste artigo, discutimos as relações entre essas duas formas de construtivismo e algumas implicações para o ensino de Ciências.

O TALLER DE ENSENANZA DE FÍSICA: INOVAÇÕES E PRESSUPOSTOS DE UMA PROPOSTA UNIVERSITÁRIA DE APRENDIZAGEM COLABORATIVA

PID: S1983-21172002000100009 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Cordero
Neste artigo apresentaremos uma descrição do Taller de Ensenanza de Física (TEF) proposta pedagógica universitária inovadora. Partindo de localizar ao TEF no contexto universitário argentino de ensino de Física, descreveremos a experiência na base das suas inovações mais destacadas e comentaremos algumas singularidades da equipe docente e suas formas de trabalho. No final, tentaremos delinear pressupostos da proposta, que fazem dela um caso singular, mas que podem ser compartilhados por muitos outros docentes.

O USO ESPONTÂNEO DE ANALOGIAS POR PROFESSORES DE BIOLOGIA: OBSERVAÇÕES DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

PID: S1983-21172002000200003 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Ferraz Terrazzan
Este artigo é fruto de uma dissertação de mestrado onde evidenciamos o uso de analogias e metáforas de forma espontânea por professores de Biologia no Ensino Médio. Contrariamente à nossa expectativa inicial, baseada na forte presença das coleções didáticas na prática pedagógica dos professores em geral, em nossas observações evidenciamos que poucas das analogias utilizadas coincidem com aquelas presentes nas coleções didáticas adotadas pelas professoras sujeitos da pesquisa. Detectamos outras fontes de onde podem proceder as analogias utilizadas pelos docentes que são apresentadas e discutidas neste texto. Além disso discutimos os resultados referentes a incorporação das analogias ao planejamento pessoal das professoras sujeitos dessa pesquisa.

THOMAS KUHN E A NOVA HISTORIOGRAFIA DA CIÊNCIA

PID: S1983-21172002000200005 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Oliveira Condé
Esse artigo procura mostrar a crítica de Thomas Kuhn a algumas concepções da historiografia da ciência contemporânea que radicalizaram muitas das posições formuladas inicialmente pelo próprio Kuhn. Pretende-se ainda mostrar que um reposicionamento de Kuhn, a partir de sua crítica a seus sucessores, o aproxima mais de suas influências iniciais, em especial, de Ludwig Wittgenstein e Ludwik Fleck.

UM FINAL DE SEMANA NO ZOOLÓGICO: UM PASSEIO EDUCATIVO?

PID: S1983-21172002000100079 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Nascimento Costa
Os museus abertos, como parques e zoológicos, exercem um papel importante na divulgação e na popularização das ciências. Eles, geralmente, propõem atividades dirigidas ao grande público heterogêneo constituído de uma parcela considerável de grupos familiares. As atividades educativas oferecidas nesses espaços induzem diferentes níveis de interatividade entre os visitantes e os animais. Nosso artigo resume a observação de quatro grupos familiares no borboletário da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, resultando em dados que foram avaliados qualitativamente. O resultado indica três níveis de interatividade entre os elementos de exposição desse espaço e os integrantes do grupo.

UMA PESQUISA SOBRE A PRÁTICA REFLEXIVA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE FÍSICA

PID: S1983-21172002000200004 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2002
Autores: Longuini Nardi
A pesquisa aqui descrita consiste em um estudo envolvendo licenciados do último ano de um curso de Licenciatura em Física, matriculados na disciplina de Prática de Ensino de Física. Observou-se, durante um semestre, o desempenho dos licenciandos durante o transcorrer da disciplina, a qual se norteou na elaboração de uma seqüência de ensino sobre o tema Pressão Atmosférica e sua aplicação em situação de sala de aula. O estudo procurou analisar, por meio da análise das gravações dos episódios vivenciados pelos licenciandos no período, a influência deste processo sobre os conhecimentos específicos do conteúdo trabalhado (pressão atmosférica), assim como pesquisar quais, dentre os elementos trabalhados durante o curso, os licenciandos utilizaram para transformar o conteúdo específico em conteúdo pedagógico.

A ATUALIDADE PEDAGÓGICA DA CONTROVÉRSIA HISTÓRICA SOBRE A VERDADEIRA DEFINIÇÃO DA "FORÇA DE UM CORPO"

PID: S1983-21172001000100051 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2001
Autores: Medeiros
O século XVIII foi o palco para uma acirrada controvérsia a respeito da "verdadeira" definição da "força de um corpo". A polêmica girava em torno das idéias de vis viva e de momentum, envolvendo os partidários de Leibniz e de Descartes. Embora a própria expressão "força de um corpo" possa parecer-nos, atualmente, como revestida de um certo anacronismo, a disputa interpretativa em questão, como este presente trabalho tenta mostrar, fazia completo sentido no momento histórico em que estava situada. Tomando a contribuição de D'Alembert para o estabelecimento da distinção entre as evoluções temporais e espaciais de uma força, somos tentados, por vezes, a crer que a questão da polêmica acima referida esteja completamente ultrapassada. Como procuramos mostrar nesta pesquisa, é comum encontrarmos, ainda hoje, professores de Física, com muitos anos de experiência profissional, apresentando dúvidas que relembram aquelas ocorridas no século XVIII. Para investigarmos esta questão, construímos um aparelho muito simples, apresentado neste trabalho, especialmente destinado a suscitar dúvidas sobre o tema em foco: a distinção conceitual entre a energia cinética e o momento linear. Com o auxílio de um tal aparelho, adotamos a abordagem de um estudo de caso, investigando as opiniões de três professores de Física com mais de dez anos de experiência. As suas respostas mostram como certos obstáculos epistemológicos, bem pertinentes no século XVIII, podem manter-se vivos ainda nos dias atuais.

A HISTÓRIA DA DISCIPLINA ESCOLAR CIÊNCIAS NAS DISSERTAÇÕES E TESES BRASILEIRAS NO PERÍODO 1981-1995

PID: S1983-21172001000200005 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2001
Autores: Ferreira Moreira
O artigo aborda a história da disciplina escolar ciências na produção acadêmica brasileira entre 1981 e 1995. Analisa nove dissertações e teses que focalizam o ensino fundamental e que possuem um viés histórico. Com base em Goodson, argumenta que o entendimento do processo de construção social de uma determinada disciplina exige a consideração de fatores internos e externos. Destaca, ao mesmo tempo, a importância de se analisarem, entre os diversos fatores internos, as teses e dissertações defendidas nos programas de pós-graduação. Afirma que ainda há muito a ser investigado sobre a área em pauta, uma vez que boa parte dos trabalhos realizados são muito descritivos. Ou seja, os estudos históricos não têm sido privilegiados nas pesquisas em ensino de ciências. Os trabalhos analisados, apesar de não desconsiderarem a existência de conflitos, acabam por minimizar suas influências no quadro geral de constituição das disciplinas escolares em ciências.

A RUPTURA ENTRE O CONHECIMENTO POPULAR E O CIENTÍFICO EM SAÚDE

PID: S1983-21172001000200002 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2001
Autores: Pfuetzenreiter
Neste artigo, discute-se a utilização de conhecimentos científicos na area de saude pela população, levando-se em consideração os canais de comunicação entre os profissionais de saude e os pacientes. Esses canais podem facilitar ou se constituir em obstaculos para a adoção de habitos e de atitudes em relação a medidas preventivas e de participação em tomadas de decisão tanto individuais quanto coletivas. Para que haja ruptura tanto desses obstaculos quanto da dificuldade do especialista em compreender e dialogar com seu paciente, sugere-se que os cursos trabalhem com essa questão dos canais de comunicação na formação e educação dos profissionais da area.

A compreensão do repouso e do movimento, a partir de referenciais observacionais não visuais: análises qualitativas de concepções alternativas de indivíduos portadores de deficiência visual total

PID: S1983-21172001000200004 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2001
Autores: Camargo Scalvi
As limitações postas pela deficiência visual aos seus portadores não devem constituir obstáculos intransponíveis para que aprendam conteúdos científicos de física. Procedimentos educacionais a serem adotados, devem objetivar a efetivação de um processo de continuidade com os conhecimentos que o sujeito já possui acerca de sua realidade e de ruptura entre essa realidade e o senso comum, em direção ao conhecimento científico. Discutiremos neste texto, uma análise das concepções alternativas de repouso e movimento, encontradas junto a um grupo de seis sujeitos cegos (Camargo, 2000). Pretendemos que tais concepções, bem como sua análise, forneçam subsídios à elaboração de atividades de ensino desse conceito, atividades estas que não sejam fundamentadas em referenciais observacionais visuais e que colabore com o ensino de física do aluno cego, visto que, todos são capazes e competentes para aprender desde que sejam proporcionadas condições adequadas, considerando-se características típicas do aprendiz e do conteúdo a ser ensinado.

ALFABETISMO CIENTÍFICO: NOVOS DESAFIOS NO CONTEXTO DA GLOBALIZAÇÃO

PID: S1983-21172001000200006 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2001
Autores: Cazelli Franco
O presente trabalho tem como objetivo esboçar uma visão geral das questões históricas e conceituais que cercam o conceito de globalização, tal qual aparece nos trabalhos dos sociólogos Anthony Guiddens, David Held, Anthony McGrew e Nicolau Sevcenko, bem como delinear suas implicações sobre os padrões de relação da sociedade com a ciência. A partir dessas reflexões sobre modernidade, globalização e relação entre ciência e sociedade, examinamos o tema dos níveis de cultura e de alfabetismo científico demandados para a inserção na sociedade contemporânea. As análises evidenciaram que em domínios crescentes da vida social, cidadãos serão chamados a intervir em decisões sobre as quais os especialistas não têm a "resposta certa".

ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NO CONTEXTO DAS SÉRIES INICIAIS

PID: S1983-21172001000100037 | Periódico: Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências (1983-2117) | Ano: 2001
Autores: Lorenzetti Delizoicov
A contribuição do ensino de Ciências Naturais nas Séries Iniciais do ensino fundamental para o processo de alfabetização dos alunos é analisada. Um resgate bibliográfico dos trabalhos desenvolvidos no Brasil, nas duas últimas décadas, sobre o assunto, bem como, daqueles produzidos em vários países e que giram em torno do tema alfabetização científica propiciaram o estabelecimento de uma compreensão para o processo de alfabetização científica a ser trabalhado nas Séries Iniciais. Enfatiza-se que a alfabetização científica é uma atividade vitalícia, sendo sistematizada no espaço escolar, mas transcendendo suas dimensões para os espaços educativos não formais, permeados pelas diferentes mídias e linguagens. É apresentada uma estrutura de programação na qual se destacam algumas iniciativas didático- metodológicas que, aliadas à apropriação do código escrito pelos alunos, podem contribuir ao processo de alfabetização científica que precisa ocorrer no âmbito da educação fundamental.
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