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Desenho e geometria na escola primária: um casamento duradouro que termina com separação litigiosa

PID: S2236-34592014000100061 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Silva
O artigo analisa a trajetória do Desenho e da Geometria na escola de primeiras letras. Como documentos de pesquisa recorreu-se à legislação e a revistas pedagógicas de grande circulação no período analisado. Conclui-se que, no início, houve uma importante ligação entre o Desenho e a Geometria. Isso mudou, na virada do século 19 para o 20, com a separação entre conteúdo e ensino, quando cada um deles passou a ter objetivos diferentes.

Educação e modernização em Minas Gerais: propostas reformistas na ação conservadora (1926-1930)

PID: S2236-34592014000100132 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Oliveira Carvalho
Dentre as mudanças que marcaram a modernização do Brasil, a educação ocupou lugar central na dimensão intelectual e política do processo modernizante. Nesse sentido, este texto busca problematizar as relações entre educação e modernidade, sobretudo sua condição de índice de modernização em Minas Gerais na primeira metade do século 20. Para tanto, especulamos o discurso dos idealizadores da Reforma Educacional Francisco Campos a fim de reconhecer traços do ideário modernizante e progressista e vínculos com os interesses da elite oligárquica então predominante na política mineira. Os procedimentos metodológicos incluíram pesquisa bibliográfica, para a contextualização conceitual e histórica, bem como leitura dos discursos de Antônio Carlos e Francisco Campos.

Era uma vez: reflexões sobre uma obra prima da literatura para a infância italiana: Pinóquio

PID: S2236-34592014000300187 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Avanzini
Resumo Neste artigo discutirei o romance Le avventure di Pinocchio: storia di un burattino, escrito por Collodi, que apareceu inicialmente em forma seriada no Il giornale per i bambini, uma revista infantil publicada em 1883. Gostaria de começar com a seguinte pergunta: podemos considerar Pinóquio um Bildungsroman, uma história de formação? Mostrarei que é difícil fazê-lo, principalmente, devido ao fato de que Pinóquio não muda. A segunda pergunta à qual gostaria de responder é se esse romance é um romance para crianças. Discutirei que, na verdade, Pinóquio é um livro contra as crianças, um livro que não leva em conta a natureza e os sentimentos do pobre menino, mas simplesmente busca forçá-lo a adaptar-se ao mundo que o cerca. Esse mundo é constituído por valores específicos e certezas que Pinóquio não consegue entender durante todo o decorrer da história: a lógica de causa-efeito e a visão prática do mundo como uma entidade econômica. São esses os mesmos valores e certezas que caracterizam o período pós-Risorgimento, a partir de 1861, e a busca da nação italiana. Pinóquio não os entende, mas, depois de passar por muitas adversidades, durante as suas aventuras, decide aceitá-los como se fossem o seu mundo interior.

Escola como agência de civilização: projetos formativos e práticas pedagógicas para a educação rural no Brasil (1946-1964)

PID: S2236-34592014000200093 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Andrade
No presente estudo se propõe uma análise acerca da escola rural no Brasil, no contexto do projeto de expansão dos valores ligados ao espaço urbano e ao concomitante processo de industrialização que se aprofunda na segunda metade do século 20. Para os que pensavam as políticas educacionais do Estado brasileiro, a escola primária rural deveria tornar-se um centro de irradiação dos novos valores do industrialismo, ao incorporar e refletir ela mesma tais valores. O contexto histórico em que ocorre tal processo encontra-se marcado pela transformação do Estado em agente promotor de uma nova configuração econômica, política e social no Brasil, sendo o eixo de sua ação o esforço de expansão do setor industrial do país. Concluiu-se que o projeto de expansão e readequação da educação rural teve como objetivo a extensão dos hábitos, atitudes e formas de comportamento característicos de uma civilização industrial.

Formar bem as mães para criar e educar boas crianças: as revistas portuguesas de educação familiar e a difusão da maternidade científica (1945-1958)

PID: S2236-34592014000300129 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Vilhena Ferreira
Resumo Este artigo tem como principal objetivo contribuir para a compreensão do processo de construção da maternidade científica em Portugal. Neste sentido, foi analisado um conjunto de artigos (n=628), publicados em revistas de educação familiar, entre 1945 e 1958. A análise realizada permitiu compreender que as revistas analisadas contribuem para a difusão da maternidade científica, ou seja, da ideia de que a aquisição de conhecimento científico sobre a criação e educação das crianças é elemento indispensável ao adequado exercício da função maternal. Observou-se, ainda, a existência de diferentes estratégias de educação para a maternidade, às quais está subjacente um elemento de classe, assim como diferentes níveis de adesão, por parte das mulheres, à concepção de maternidade científica.

Genealogia feminina: diálogo silencioso entre gerações

PID: S2236-34592014000200127 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Werle
Este artigo, desenvolvido na linha da História Cultural, adota como metodologia uma abordagem biográfico-narrativa. Discute, dentre outros conceitos, os de tradição, inovação, genealogia feminina na perspectiva de novos enfoques para a História da Educação. Considera a memória, tanto como um discurso, quanto como uma presença nos objetos e cultura material. Analisa um objeto guardado e presenteado de gerações em gerações a ser usado pelas mulheres de uma mesma família na hora do parto. Problematiza o tema da formação humana em espaços de relações familiares e em modalidades não escolarizadas e questiona o que as irmãs ensinam umas às outras, que aprendizagens ocorrem nas relações entre mulheres que são vizinhas, amigas, primas, tias, sobrinhas.

Hernán Vera Lamperein e sua participação no movimento de renovação gradual da educação secundária no Chile

PID: S2236-34592014000100171 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Escudero
Este trabalho tem como objetivos fundamentais destacar os principais traços biográficos de Hernán Vera Lamperein, Prêmio em Educação 2001, e descrever sua participação em uma das principais reformas educacionais que tomaram impulso no Chile entre 1945 e 1953, como parte do Movimento de Renovação Gradual da Educação Secundária. A metodologia utilizada é própria das pesquisas históricas: recorreu-se à fontes primárias e secundárias, foram feitas entrevistas com o personagem, bem como com pessoas que o conheceram, foram analisadas suas publicações e revisada a documentação dos lugares onde desempenhou seu trabalho profissional.

Igreja católica, educação e laicidade na história argentina

PID: S2236-34592014000300165 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Torres
Resumo O objetivo deste trabalho é analisar, em uma perspectiva histórica, a relação entre a Igreja Católica e o campo da educação pública na Argentina, tendo a laicidade como eixo conceitual. Supomos que as diferentes configurações da relação entre a Igreja e o Estado podem ser definidas seguindo as tensões sobre a governança da educação. Apresenta-se uma periodização que vai desde o período colonial até o início do século 21, pela qual identificamos as linhas de continuidade, tensões e rearticulações da laicidade educacional, bem como as estratégias dos atores Igreja, Estado e sociedade civil em diferentes momentos históricos.

Lições de coisas e ensino das ciências na França no fim do século 19: contribuição a uma história da cultura

PID: S2236-34592014000200183 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Kahn
Além das grandes reformas realizadas na organização institucional da escola primária, gratuidade, obrigação, laicidade, os republicanos franceses do final do século 19 quiseram operar uma profunda transformação dos conteúdos de ensino e das normas pedagógicas. As ciências experimentais foram imensamente beneficiadas com isso e se tornaram, em 1882, uma disciplina regular da escola primária com os seus programas e a sua carga horária. A lição de coisas, procedimento pedagógico pelo qual os reformadores se entusiasmaram desde 1860, ficará estreita e naturalmente associada a esse ensino. Ela é, inicialmente, de fato, uma lição de observação: onde os alunos encontrarão melhores oportunidades para observar do que nas aulas de história natural ou de física elementar? Assim, ligados entre si, o ensino das ciências e a lição de coisas têm dois aspectos, um prosaico, outro encantador. Contexto prosaico: o ensino das ciências, destinado a alunos que, na sua maioria, não conhecerão outra escola a não ser a primária, deve permanecer prático e usual. A lição de coisas convém especialmente a esse ensino porque ela trata primordialmente das realidades concretas e familiares. Contexto encantador: o ensino das ciências é um instrumento poderoso de educação intelectual, até mesmo de educação moral e política. Ele representa a esperança de uma educação liberal primária tão completa, digna e válida em seu gênero, quanto às humanidades clássicas do secundário. A lição de coisas, ao fazer corresponder a abordagem pedagógica ao próprio método da ciência, o método indutivo, se torna então, por excelência, o que permite esta educação intelectual. Esta tensão não é própria ao ensino das ciências. Essa análise enseja, antes de mais nada, evidenciar o duplo discurso que os republicanos tiveram sobre uma escola que eles transformaram, simultaneamente, em realidade e sonho.

Lourenço Filho e o moderno ensino de aritmética: produção e circulação de um modelo pedagógico

PID: S2236-34592014000300061 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Valente
Resumo O texto analisa a produção e a circulação de material utilizado para o ensino de Aritmética que ficou conhecido com o nome de Cartas, Mapas ou Quadros de Parker. O material teve circulação durante toda a primeira metade do século 20. A análise realizada mostra o papel de Lourenço Filho na longa permanência deste dispositivo de ensino, transformado em ícone da pedagogia moderna da matemática na escola primária.

Modos de fazer história da educação: pensando a operação historiográfica em temas regionais

PID: S2236-34592014000200145 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Luchese
No presente texto estão sistematizadas reflexões produzidas no decurso dos processos de pesquisa que tenho desenvolvido em História da Educação, com ênfase em termas regionais. O objetivo é apresentar pressupostos e alternativas metodológicas que tem orientado a condução das pesquisas, construídas especialmente a partir do vínculo teórico com autores da Nova História, com ênfase, na História Cultural. Restrinjo-me aos documentos escritos e, portanto, à análise documental, para partilhar as dimensões metodológicas que tenho considerado na produção de pesquisas em História da Educação.

O caderno de uma professora-aluna e as propostas para o ensino da aritmética na escola ativa (Minas Gerais, década de 1930)

PID: S2236-34592014000100009 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Fonseca Reis Gomes Faria Filho
O artigo versa sobre o caderno de Metodologia da Aritmética de Imene Guimarães, aluna da professora Alda Lodi (1898-2002) na segunda turma da Escola de Aperfeiçoamento de Minas Gerais. Alda Lodi participou do grupo de docentes enviadas pelo governo mineiro ao Teacher's College, nos Estados Unidos, para se prepararem para atuar na formação de professoras primárias em exercício no contexto das reformas educacionais de 1927-1928. Considerando a relevância, as potencialidades e os limites dos cadernos escolares como fonte, os registros desse caderno de 1932 são estudados e cotejados com outros materiais, em busca de uma compreensão inicial dos modos de apropriação das propostas para o ensino da Aritmética no momento da adesão ao ideário da escola ativa em Minas Gerais.

O espírito de horror à vida educativa nos campos: a educação rural paulista nas décadas de 1930 e 1940

PID: S2236-34592014000200049 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Filho
Nas décadas de 1930 e 1940 o sistema escolar paulista se consolidou em nova organização institucional em todo o Estado. Administradores escolares, os delegados regionais do ensino, organizaram em novo patamar a educação primária neste período. No espaço urbano, os grupos escolares eram o modelo a ser seguido. Contudo, como se encontravam as escolas rurais? Apresenta-se neste trabalho a visão destes delegados de ensino sobre a situação da educação rural em São Paulo neste período. O texto aborda o conflito entre a realidade cotidiana do sistema escolar possível e o ideal almejado para a educação rural no Estado de São Paulo. Os documentos utilizados foram os relatórios destes administradores escolares, preservados no Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Orphanato Municipal de Belém: acolhimento, educação e instrução a meninas (1893-1911)1

PID: S2236-34592014000200163 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Duarte
Este artigo analisa as práticas educativas aplicadas a centenas de meninas que viveram em condição asilar durante a administração de Antonio José de Lemos (1897-1911), período marcado por transformações políticas, econômicas e sociais na capital paraense. Com o objetivo entender as práticas educativas no internato, o estudo revelou que, mesmo se tratando de uma instituição de natureza filantrópica, pelo menos no seu início, os regulamentos, programas e compêndios eram semelhantes aos estabelecidos para as demais escolas públicas. Ficou evidenciado que as disciplinas que envolviam as habilidades práticas, como trabalhos manuais, trabalhos de agulha e as prendas domésticas, tinham prioridade e ocupavam grande parte do tempo das educandas órfãs.

Pedagogia como transferência cultural no espaço franco-suíço: mediadores e reinterpretações de conhecimento (1850-1900)

PID: S2236-34592014000100187 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Fontaine
Neste artigo pretende-se reavaliar a circulação dos conhecimentos pedagógicos no espaço franco-suíço. Metodologicamente propomos dar ênfase nas modalidades de passagem desses conhecimentos de um contexto cultural a outro, estudando os atores, os intermediários, bem como as inevitáveis transformações semânticas que, necessariamente, acompanham estes intercâmbios transnacionais. Salienta-se como os conhecimentos pedagógicos europeus, elaborados de maneira coletiva, são declinados diversamente segundo as especificidades locais. Neste sentido, trata-se de demonstrar que, ao se concretizarem as identidades, as especificidades nacionais são cada vez mais exaltadas por ocasião de exposições universais e os exotismos logo desvalorizados, até mesmo dissimulados em proveito de certo talento nacional. Neste texto procura-se contextualizar esta aparência enganosa de Sonderfälle, para pôr em evidência, de maneira vantajosa, a construção coletiva de uma pedagogia europeia mesclada.

Pensar o homem como corpo: a cunhagem simbólica em Portugal e Espanha (século 19)

PID: S2236-34592014000200109 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Brás Gonçalves Dias
Neste artigo investigamos a construção do corpo pelos manuais de civilidade publicados em Portugal e em Espanha no século 19. Os manuais de civilidade constituíram um mecanismo de poder-saber disciplinador da burguesia em ascensão e que marcaram certo processo de subjectivação. A partir do corpo estabeleceu-se uma nova ordem, que elevou o orgânico ao funcional e simbólico, em sintonia com a classe burguesa em ascensão, e que buscou orientar cada indivíduo a constituir-se como um sujeito moral, dando-lhe distinção e prestígio.

Programa único ou diferenciado: especificidade curricular da escola rural uruguaia

PID: S2236-34592014000200033 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Santos
O artigo se refere ao fenômeno da especificidade curricular que as escolas rurais uruguaias tiveram durante mais de um século e à ruptura registrada em 2009 quando se começou a aplicar uma estrutura curricular comum a escolas urbanas e rurais. Analisam-se as circunstâncias históricas da pedagogia rural e, em particular, uma de suas materialidades simbolicamente mais potentes constituída pelo Programa para Escolas Rurais de 1949. Assim mesmo, refere-se ao peso que essa pedagogia continua tendo atualmente e da maneira como influi na gestão curricular do programa único. As especificidades social e didática da escola rural têm efeitos evidentes sobre o programa curricular no seu sentido mais amplo, com alcances muito mais extensos que os relativos ao currículo prescrito. No entanto, o desafio da escola rural atual, de abordar a nova estrutura curricular de caráter único, não é tão diferente do que se registrou historicamente: dialogar com o meio de igual para igual e maximizar o potencial de aprendizagem proporcionado pela instituição educacional, pela comunidade e estrutura multidisciplinar do grupo.

Renovação dos programas de ensino de aritmética da escola primária em São Paulo e no Paraná, nos anos de 1930: um estudo histórico comparativo

PID: S2236-34592014000300045 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Pinto
Resumo Com o objetivo de compreender idéias da Escola Nova nos discursos oficiais do Estado de São Paulo e Paraná, o estudo compara dois programas de Aritmética da escola primária, prescritos respectivamente em 1932 e 1934. O programa do Paraná guarda semelhança ao de São Paulo que, em 1934, adotara uma forma reduzida do programa de 1925. As análises mostram similaridades dos programas quanto a não incorporação do ensino globalizado. O diferencial no programa do Paraná são as recorrentes recomendações ao ensino intuitivo, prático e o uso das Cartas de Parker para a organização da tabuada. O horário anexo ao programa há espaço diário reservado para o cálculo oral, um indicativo da permanência da tradicional prática de memorização da tabuada.

Régua e compasso no ensino primário? Circulação e apropriação de práticas normativas para as matérias de desenho e geometria

PID: S2236-34592014000300079 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2014
Autores: Silva
Resumo No presente artigo discute-se o uso da régua e compasso nas matérias de Geometria e de Desenho no ensino primário do período da Primeira República. Os programas de ensino dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Sergipe, Goiás e Rio Grande do Sul constituem fontes privilegiadas de análise. Infere-se que construções com régua e compasso podem representar práticas pedagógicas para o ensino de Geometria e de Desenho no ensino primário, para além do Estado de São Paulo, considerado como modelo.

A instrução pública na França revolucionária: considerações a partir do Essais Sur L'enseignement En General Et Sur Celui Des Mathématiques En Particulier, de Sylvestre-François Lacroix

PID: S2236-34592013000100129 | Periódico: História da Educação (2236-3459) | Ano: 2013
Autores: Garnica Gomes Andrade
O artigo aborda o livro Essais sur l'enseignement en général, et sur celui des mathématiques en particulier, de Sylvestre-François Lacroix, publicado originalmente na França em 1805, enfatizando sua primeira parte, na qual o autor discute a instrução pública e, particularmente, as escolas centrais da França revolucionária.
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