☰ Menu
Educ@

Busca por Índice

Filtro por título, resumo, autor, periódico e ano

Total: 541 | Página 27 de 28
0 resultados selecionados

O problema do ensino da leitura no último quartel do século XIX: Portugal, Brasil e o debate sobre o par decadência/atraso

PID: S2238-00942010000200003 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Menezes
Este artigo pretende investigar aspectos da difusão do método de ensino da leitura de João de Deus no Brasil durante o último quartel do século XIX. Tendo em vista a mobilização intelectual que a propaganda do método trouxe consigo, acredita-se que ele integrou um programa mais vasto de redimensionamento da tomada de consciência do tema decadência/atraso nas sociedades portuguesa e brasileira. Ao mesmo tempo, é igualmente alvo deste trabalho a persecução dos itinerários dos divulgadores do método, quando, então, a atenção se volta para os indivíduos que encetaram a viagem de transposição do Atlântico com o intuito de promover a difusão do método de João de Deus. Com isso, almeja-se mensurar a extensão do redimensionamento aludido, particularmente nos termos dos desafios da jovem nação americana em seus esforços para tomar lugar na “marcha civilizatória” do mundo ocidental.

Olhar o outro, ver a si: um professor primário brasileiro no “Velho Mundo” (1890-1892)

PID: S2238-00942010000100006 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Schueler Gondra
O presente trabalho analisa o relatório produzido pelo professor público primário da cidade do Rio de Janeiro, Luiz Augusto dos Reis, entre 1890 e 1892, ocasião em que visitou escolas e instituições educacionais em Portugal, Espanha, França e Bélgica. O relatório, publicado em 1892 pela Imprensa Nacional, constitui uma fonte significativa para análise não apenas da história da circulação de ideias, instituições e modelos educacionais internacionais no Brasil, mas, sobretudo, das práticas de apropriação e difusão desses mesmos modelos pelos professores da cidade do Rio de Janeiro, aqui considerados como mediadores de culturas. A abordagem privilegiou o exame das representações construídas a respeito da legislação educacional, escolas e instituições visitadas, condições de trabalho docente e práticas pedagógicas observadas nas cidades portuguesas de Lisboa e Porto.

Pedagogia Missionária e construção da ideia de infância sagrada: a Crônica do Jardim de Infância Cristo-Rei (Santa Catarina - 1960 a 1970)

PID: S2238-00942010000300003 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Rabelo Stephanou
No intuito de promover uma maior aproximação às práticas assistenciais e educativas, protagonizadas por religiosas do Instituto Coração de Jesus junto às crianças, filhas de operários de uma empresa do complexo carbonífero do sul de Santa Catarina (Tubarão - Brasil) entre os anos de 1960 a 1970, o estudo analisa a pedagogia missionária e a produção da ideia de infância sagrada nos registros da Crônica do Jardim de Infância Cristo-Rei. O documento contém informações detalhadas e minuciosas sobre o cotidiano da instituição infantil e a ação das religiosas. O jardim de infância configurou-se como espaço privilegiado para o cumprimento do propósito de prestar assistência religiosa às famílias dos operários, uma vez que várias atividades foram organizadas, buscando despertar o “sentimento religioso”, o “sentido de Deus” nas crianças. Além de aproximar a infância à ideia de pureza, alegria e inocência, tendo como referência o modelo construído pela Igreja católica, simbolizado pelo Menino Jesus, esta é afirmada como protagonista do futuro do Brasil.

Perfil dos domicílios e grupos familiares com crianças nas escolas de Minas Gerais do século XIX

PID: S2238-00942010000200002 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Fonseca
Este trabalho foi construído a partir da aproximação entre a história da educação e os estudos demográficos sobre Minas Gerais, principalmente aqueles que tratam das questões relativas às famílias. Utilizamos como material de pesquisa um conjunto de listas nominativas de habitantes que constitui uma documentação censitária, proveniente de algumas tentativas de contagem da população mineira, nos anos de 1830. Essa documentação foi utilizada como principal elemento para a construção de uma classificação dos domicílios que possuíam crianças nas escolas de instrução elementar, permitindo a descrição dessas unidades de moradia com base em aspectos como posse de escravos, ocupação dos chefes de domicílio e composição dos grupos familiares. Procuramos também destacar o comportamento de segmentos mais específicos da população que estavam ligados às escolas. Entre eles, destacam-se os grupos compostos pelos negros livres e pelas mulheres que ocupavam a chefia de seus domicílios.

Povoar o hinterland o ensino rural como fronteira entre estatística e educação na trajetória de Teixeira de Freitas

PID: S2238-00942010000200005 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Camargo
O presente artigo aborda a dupla ascensão de Mário Augusto Teixeira de Freitas (1890-1956) no comando das estatísticas nacionais e no debate sobre a educação durante a Era Vargas (1930-1945). O trabalho investiga a trajetória de Teixeira de Freitas, interpretando seu investimento no campo educacional como estratégia de conversão dos capitais sociais que acumulava no Ministério da Educação (campo burocrático) e no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (campo científico). Analisa- se a consistência e a recepção das ideias do ilustre estatístico para o ensino rural, sua principal porta de entrada nos debates pedagógicos. Pretende-se contribuir com um estudo de caso para a análise das relações mantidas entre as atividades institucionais da estatística e da educação, ao longo do período em apreço.

Sonoras cenas escolares: histórias sobre educação, rádio e humor

PID: S2238-00942010000300008 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Salvadori
Este artigo, escrito a partir do levantamento de registros sonoros e fontes impressas das décadas de 1930, 1940 e 1950, interroga sobre o sucesso de antigos programas radiofônicos de humor centrados em temáticas escolares, geralmente constituídos por diálogos entre um professor e seus alunos. Procura, neste sentido, analisar as tensões presentes entre conhecimento escolar, educação formal e programação das emissoras em um período no qual o rádio, antes saudado como veículo de educação nacional, foi tomado por aspectos comerciais e populares. Neste percurso, dialoga particularmente com os conceitos de linguagem e costume, construídos respectivamente por Mikhail Bakhtin e E. P. Thompson.

Viajar para legitimar: Armanda Álvaro Alberto na Comissão de Intercâmbio Brasil-Uruguai (1931)

PID: S2238-00942010000100004 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2010
Autores: Mignot
Nomeada por Belisario Penna - que ocupava interinamente a pasta do Ministério da Educação e Saúde - Armanda Álvaro Alberto integrou, em outubro de 1931, a Comissão de Intercâmbio Intelectual Brasil-Uruguai. Se a análise das motivações de sua indicação para integrar a referida comissão permite compreender o contexto político da viagem, a antiga relação de amizade com o ministro interino, bem como o seu processo de legitimação no debate educacional; o exame de sua conferência no Museu Pedagógico de Montevidéu e do seu relatório apresentado, em seu retorno, na sede da Associação Brasileira de Educação, propicia capturar sua visão das reformas educacionais que se desenvolviam em terras brasileiras desde a década anterior e sua particular admiração por determinadas experiências educativas desenvolvidas no país vizinho. A correspondência mantida com educadores uruguaios permite concluir que, como tantos educadores, ela lançou mão de sua viagem para legitimar tanto a sua experiência pedagógica como as iniciativas educacionais visitadas de inspiração escolanovista e legitimar-se, ainda mais, no debate educacional.

A Reforma Antônio Carneiro Leão no final dos anos de 1920

PID: S2238-00942009000100005 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Araújo
A Reforma Carneiro Leão da educação pernambucana, promulgada pelo governador Estácio Coimbra, em 1928, inscreve-se entre as ocorridas no Brasil, nos anos de 1920 e 1930, inspiradas na Escola Nova, respondendo a um clamor de modernização do país. Impunha-se republicanizar a República, mediante uma educação que atendesse às exigências de uma nova sociedade industrial e urbana, evoluindo para uma democracia social e econômica. Para Carneiro Leão, a educação tornaria o povo brasileiro uma força criadora, neutralizando a carga nociva e vergonhosa advinda de nossas raízes étnicas. Uma educação cívica e profissionalizante minimizaria essa herança danosa. A reforma, implantada por educadores paulistas, teve duração efêmera em razão dos fatos de 1930 e da queda do Governo Coimbra.

A contribuição de Aléxis de Tocqueville por meio da obra A democracia na América para a elaboração das argumentações de Tavares Bastos sobre a organização escolar e político- institucional no Brasil

PID: S2238-00942009000100004 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Souza
Neste artigo, objetiva-se demonstrar a contribuição que A democracia na América propiciou aos escritos de Tavares Bastos (1839-1875), no que se refere à escola como um ambiente indispensável à formação da unidade e identidade nacional e à discussão da educação como uma forma de integrar o imigrante à sociedade brasileira, temas também abordados por Aléxis de Tocqueville, no estudo realizado sobre a sociedade norte-americana. Percebe-se o uso por Tavares Bastos de idéias defendidas por Tocqueville especialmente no que se refere ao reordenamento político administrativo, à valorização do aparato jurídico, que deveria amparar as instituições do país, e, finalmente, à defesa do bem-estar social, da educação cívica e da liberdade, defendidos por Tavares Bastos (1975).

A educação na Itália fascista (1922-1945)

PID: S2238-00942009000100003 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Horta
Este artigo analisa a educação na Itália no período 1922-1945, identificando os mecanismos postos em prática pelo regime fascista para colocar a escola a seu serviço. Partindo da Reforma Gentile, estuda o processo de fascistização da escola em seus diferentes níveis. Esse processo, que se inicia com a fascistização das associações de professores, acentua-se a partir de 1935, com a militarização da escola e a implantação das leis racistas no sistema de ensino, em 1938. Alcança seu auge com a Carta da Escola, em 1939. Toda essa estrutura começa a ser desmontada em 1943, com a queda de Mussolini.

A revista Educação Physica (1932-1945): Fórmula editorial, prescrições educacionais, produtos e publicidade

PID: S2238-00942009000200008 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Schneider Toledo
O estudo analisa a revista Educação Physica com base em sua fórmula editorial, produzindo uma arqueologia do impresso, ao tomar como foco central da investigação o seu aparelho crítico, os dispositivos editoriais empregados pelos editores para maior controle sobre os modos de manipulação e usos do periódico. Busca perceber o impresso como dispositivo de normatização de práticas, de intervenção e imposição de modelos pedagógicos para a nascente disciplina escolar Educação Física, na década de 1930. Desse modo, trabalha com a hipótese de que o estudo do aparelho crítico de um impresso é, como o próprio conteúdo veiculado, importante para a compreensão de um projeto editorial, as representações e os saberes que faz circular.

A “vulgata histórica” ou o que todo “indivíduo de certa cultura” deveria conhecer sobre o mundo no início do século XX

PID: S2238-00942009000200003 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Freitas
Este artigo trata dos conteúdos de história universal que aos futuros engenheiros, médicos e advogados deveria interessar em sua passagem pelo ensino secundário no Rio de Janeiro, segundo o professor e historiador Jonathas Serrano (1855-1944). Aqui, discute-se também a autoria, concepções pedagógicas e historiográficas dos programas produzidos para o referido componente curricular na Primeira República, com destaque para as disputas entre os adeptos do “socialismo cristão” e os militantes do “socialismo materialista” no Brasil.

Ação privada e poder público na luta pela instrução: Portugal na segunda metade do século XIX

PID: S2238-00942009000200002 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Neto Magalhães
Para a consolidação de seu poder no século XIX os Estados nacionais desenvolveram novos mecanismos de difusão ideológica, entre os quais se destacam os sistemas nacionais de ensino. Ante as dificuldades financeiras, os Estados abriram lugar à iniciativa privada, o que era também um meio de fazer da instrução uma causa nacional. Em Portugal, o Estado padecia pela escassez de recursos e de vontade política e os particulares são conclamados a partilhar o esforço pelo oferecimento da instrução popular. Diversos tipos de participação ocorrem no período, destacando-se, no presente estudo, o envolvimento de um empresário de uma freguesia do interior de Portugal, esforçando-se para conseguir construir e doar uma escola à municipalidade. No entanto, apesar de toda a carência instrucional do país e do discurso valorizador da educação vigentes à época, a tarefa não será fácil, enfrentando diversas formas de oposição no nível político local, fazendo com que o processo suba às instâncias superiores, envolvendo o governador civil de Aveiro e a Direcção de Instrucção Publica do Ministério do Reino. Utilizando-se de documentação guardada na Torre do Tombo, em Lisboa, pretende-se demonstrar a complexidade no processo de difusão da educação e os conflitos de poder que acompanham mesmo temáticas que poderiam ser consideradas consensuais.

Colônia Orfanológica Isabel: Uma escola para negros, índios e brancos (Pernambuco 1874-1889)

PID: S2238-00942009000200005 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Arantes
O presente texto busca retratar práticas educativas estabelecidas para meninos negros, brancos e índios na Colônia Orfanológica Isabel, instituição que funcionou em Pernambuco, na segunda metade do século XIX, sob os cuidados dos missionários capuchinhos, com o objetivo de receber crianças órfãs e ingênuas.

Dos “discursos fundadores” à criação de uma “memória coletiva”: Formas de como se escrever a(s) história(s) da Universidade de São Paulo

PID: S2238-00942009000100006 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Roiz
O objetivo deste artigo é demonstrar como Júlio de Mesquita Filho e Fernando de Azevedo preocuparam-se em elaborar “discursos fundadores”, por meio de “pronunciamentos” e “discursos” efetuados em momentos de consagração da instituição, em que eram convidados a participar, com vistas a definir os principais momentos e “atores sociais” que vieram a participar da criação da Universidade de São Paulo (USP), em 1934. Esses discursos, em parte, fixados na “memória coletiva” serviram, muitas vezes, de base para indicar formas de como se deveria escrever a(s) história(s) da USP. Indica-se, ainda, que, em muitos casos, tais discursos eram criticados, e às vezes até refeitos, por outros “atores sociais” do período, que, direta ou indiretamente, também haviam participado da criação da universidade.

Livros para a escola primária carioca no século XIX: Produção, circulação e adoção de textos escolares de professores

PID: S2238-00942009000200006 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Teixeira Schueler
Neste artigo apresentamos alguns resultados de pesquisa sobre produção, aprovação e adoção de livros para uso das escolas públicas primárias cariocas na segunda metade do século XIX. Na análise privilegiamos, especialmente, a atuação de professores e professoras primárias como autores e/ou tradutores de textos. Sustentamos a hipótese de que esses professores, homens e mulheres, se destacaram por sua atuação como intelectuais do ensino e da cidade. Intelectuais que, desempenhando e disputando a função-autor, participaram na produção de saberes, textos, materiais e livros escolares, interferindo na configuração da cultura escolar na cidade do Rio de Janeiro.

Nem “programa de índio”, nem “presente de grego”: Uma crítica a concepções teórico-metodológicas em pesquisas sobre educação escolar indígena, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (1995-2001)

PID: S2238-00942009000100008 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Maciel Silva
A escolarização formal de indígenas ocorre no Brasil há quase um século, mas grande parte da história da educação escolar nas aldeias ainda está por ser escrita. Ainda são poucos os estudiosos que se debruçam sobre os processos de educação formal realizados junto aos índios pelo órgão indigenista oficial, missões religiosas e outras instituições ao longo do século XX. O objetivo do artigo é apresentar, sinteticamente, os primeiros resultados de um amplo estudo empreendido pelos autores sobre a história da educação escolar indígena no Brasil, com ênfase na Região Centro- Oeste, particularmente Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O ensino da leitura e escrita segundo Antônio d’Ávila: Práticas escolares (1940)

PID: S2238-00942009000200007 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Trevisan
Com o objetivo de contribuir para a compreensão da história da formação de professores primários no Brasil, em especial de alfabetizadores, apresentam-se, neste artigo, resultados de pesquisa desenvolvida por meio de análise da configuração textual do manual Práticas escolares (1940), publicado pela editora Saraiva e escrito pelo educador paulista Antônio d’Ávila. Na análise desse manual, com ênfase nos capítulos referentes ao ensino da leitura e da escrita, encontra-se uma síntese dos saberes e das práticas derivadas, predominantemente, do ideário escolanovista e que eram consideradas necessárias para que os futuros professores pudessem exercer, com eficiência e êxito, suas atividades no magistério primário, especialmente as referentes ao ensino da leitura e escrita.

Organismos estatales de selección y control de manuales escolares

PID: S2238-00942009000100002 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: García
The article studies the State Commissions for the regulation of Schoolbooks, instituted in Argentine at the beginning of the 20th-century. The analysis exhibits a gradual liberalization of the prescriptions and a reassignment of decisions to the publishers, as well as the institution of schoolbooks as ineludible tool of the pedagogical methodology throughout that century. The growing of the publishing industry resulted in a displacement of the functions of control and selection of the produced teaching materials from the State on teachers and publishing companies. The bonds between State proposals and market technologies entailed a state validation of the companies’ conveniences; one of its more harmful consequences was their increasing meddling in the pedagogical methodology to implement in the school.

Os primórdios da Universidade de São Paulo

PID: S2238-00942009000100007 | Periódico: Revista Brasileira de História da Educação (2238-0094) | Ano: 2009
Autores: Filho
A criação da Universidade de São Paulo (USP) no início da década de 1930 comportou disputas de projetos quanto à sua organização. A Escola Politécnica de São Paulo pretendia tornar-se o núcleo da futura instituição. No entanto, a opção adotada em 1934 atribuiu essa incumbência à recém-criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Isso provocou forte reação das antigas unidades profissionalizantes incorporadas à universidade, em especial na Escola Politécnica. O atual trabalho pretende acompanhar os conflitos entre a Escola Politécnica e a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras nos tumultuados primórdios da USP.
Reportar erro A