☰ Menu
Educ@

Búsqueda por Índice

Filtro por título, resumen, autor, revista y año

Total: 41435 | Página 1939 de 2072
0 resultados seleccionados

O pro-álcool e algumas relações CTS concebidas por alunos de 6ª série do ensino fundamental

PID: S1516-73132002000200003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2002
Autores: Andrade Carvalho
A crescente degradação do meio ambiente e o reconhecimento, por parte da sociedade contemporânea, da existência de problemas considerados críticos, acentuadamente a questão energética, intensifica a preocupação em incorporar nas atividades de ensino aspectos da relação do ser humano com o ambiente. A necessidade de abordar, durante atividades de ensino de ciências, questões relacionadas com a dimensão valorativa e aspectos da relação entre ciência, tecnologia e sociedade passa a ser reconhecida tanto por educadores de maneira geral quanto por especialistas da área, de maneira particular. O movimento Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) como um conjunto de propostas para o ensino de ciências é uma conseqüência concreta desta tendência. No caso do Brasil são poucas as pesquisas em ensino de ciências que exploram essa possibilidade e são poucas as experiências em termos de trabalhos em sala de aula que abordam esta questão. Este trabalho, realizado entre maio e novembro de 1996, sistematiza os dados coletados em uma classe de 6ª série do ensino fundamental que teve como tema de estudos o "Projeto Pro-Álcool". Foi planejado e desenvolvido um conjunto de atividades, utilizando-se de um número bastante diversificado de procedimentos didáticos. Os resultados de pesquisa indicam que, um trabalho que ofereça aos alunos oportunidades de discussões e reflexões, a partir de procedimentos e material didático diversificado e rico em termos de solicitações e propostas aos alunos, pode promover a incorporação, em sala de aula, de diferentes dimensões relacionadas com a ciência, tecnologia, sociedade e ambiente.

Problema, teoria e observação em ciência: para uma reorientação epistemológica da educação em ciência

PID: S1516-73132002000100010 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2002
Autores: Praia Cachapuz Gil-Pérez
Trabalhos recentes de investigação sugerem que freqüentemente os professores de ciências constroem imagens de ciência marcadas por visões de índole empirista/indutivista. O presente artigo desenvolve-se em torno de contributos da epistemologia, numa perspectiva de transposição para o campo da Educação em Ciência, isto é, centra a nossa atenção na busca e apropriação crítica de elementos fundamentadores de uma teorização para a Educação em Ciência, por sua vez, também ela capaz de orientar práticas educacionais. É com naturais limitações, decorrentes ainda do actual estatuto epistemológico da Educação em Ciência que procuramos desenvolver um conjunto de idéias sobre aspectos tão importantes como o problema, a teoria e a observação em Ciência, capazes de contribuir para que os professores se sintam mais informados e, por via disso, sejam mais capazes de fundamentar as suas opções educacionais e didácticas em relação à ciência que ensinam.

Professores - pesquisadores: reflexão e mudança metodológica no ensino de física - o contexto da avaliação

PID: S1516-73132002000100004 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2002
Autores: Rodrigues Carvalho
O propósito deste estudo foi acompanhar e analisar as reuniões de uma equipe de seis professores/ pesquisadores, e evidenciar os problemas que encontraram na implementação de uma mudança metodológica em seu ensino, no âmbito da avaliação dos alunos. As discussões que surgiram durante as reuniões apresentaram momentos ricos em reflexões desencadeadas por problemas que encontraram ao levar para a prática as atividades desenvolvidas durante o curso de formação continuada do qual participaram. Neste curso, os participantes puderam discutir e desenvolver uma série de atividades de Termodinâmica, dando ênfase ao ensino por investigação. A análise dos dados indica que ao trabalharem juntos, os professores conseguem, através da troca de experiências, enfrentar os problemas e encontrar soluções para os mesmos.

Qué ideas tienen los profesores de física de nivel medio respecto al modelado?

PID: S1516-73132002000100002 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2002
Autores: Islas Pesa
En el marco de una investigación referida a explorar qué significado y qué rol atribuyen profesores, estudiantes universitarios e investigadores en Física a los modelos científicos, se presentan en este trabajo los resultados obtenidos con profesores de nivel medio. Se detecta una falta de reflexión sobre el significado y empleo de modelos en Física y serias dificultades para interpretar cómo se vinculan éstos con la realidad y qué rol se les asigna en la construcción del conocimiento científico.

A dimensão ambiental da educação geográfica

PID: S0104-40602002000100004 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Carneiro
O texto tem por objetivo delinear uma introdução ao desenvolvimento da dimensão ambiental da educação geográfica no ensino básico, em sentido de fundamentação e orientação prática. Para tanto, são relacionadas a Educação Ambiental e a geografia escolar, de um perspectiva sociopolítica ao contexto das decisões curriculares; e, neste âmbito, são postas algumas orientações pedagógico-metodológicas.

A epistemologia da educação

PID: S0104-40602002000100005 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Nachonicz
O conhecimento em Educação é examinado segundo o processo que toda ciência efetivamente realiza, na definição de seu objeto. Este objeto por sua vez é definido pelo paradigma que o sujeito científico assumir. Assim, a mudança de paradigma em uma ciência é uma ruptura epistemológica, que altera o próprio objeto dessa ciência. Entretanto, a ciência emerge pouco a pouco do cotidiano e de uma pragmática, que define seu projeto.É uma construção coletiva e cultural, da qual participam os sujeitos e na qual a palavra é o elemento-chave na organização do conhecimento.O sujeito científico é aqui entendido como sendo um conjunto de atividades estruturantes, ligadas a uma abordagem científica determinada e intencionalmente instituída para produzir o objeto científico. A intersubjetividade, segundo Habermas e a linguagem enquanto pragmática e discurso segundo Vygotsky, são examinadas para verificar a ação educativa, enquanto ação e enquanto comunicação, na tentativa de caracterizar o conhecimento da Educação como conhecimento científico. O conceito de interdisciplinaridade é necessário para tal caracterização, e vem da superação da ciência moderna, que é fragmentária, sendo sua fragmentação temática e não disciplinar. As condições de possibilidade da ação humana projetada no mundo a partir de um espaço - tempo local, levam ao tipo de conhecimento que é necessário em nossa época: não determinístico, nem descritivista, possuidor de uma linguagem que é o seu método, plural e transgressor, fora de parâmetros fixos e de territórios demarcados, utilizando a metáfora e a exemplaridade como procedimentos. No conhecimento em Educação, o sujeito é ao mesmo tempo objeto, o que vem a definir tal conhecimento como processo e não estado, sendo então aplicado, e particularmente aplicado.

A história ensinada na alfabetização de jovens e adultos: os parâmetros curriculares nacionais e o sentido do passado na educação popular

PID: S0104-40602002000100013 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Cainelli
Este artigo analisa como as concepções de história aparecem nos currículos destinados a educação de jovens e adultos, utilizando-se como fonte a proposta de Parâmetros Curriculares Nacionais, para educação de jovens e adultos. Aborda, também, questões relativas a produção de parâmetros na educação brasileira e a elaboração pedagógica de seus conteúdos.

A língua estrangeira no país dos espelhos: uma reflexão sobre o limbo metodológico

PID: S0104-40602002000200014 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Picanço
As propostas metodológicas para o ensino de línguas estrangeiras das últimas décadas, ao optarem por adotar um referencial teórico sociointeracionista na definição mais geral da concepção de linguagem e ensino e outro, mais formalista, na fundamentação dos procedimentos empíricos da sala de aula, acabaram por nos colocar numa espécie de limbo metodológico, ou seja, uma metodologia imprecisa teoricamente e confusa na prática. Nesse sentido, este artigo propõe uma discussão acerca dos problemas teórico-metodológicos do ensino de LEs, partindo de uma reflexão sobre o enunciado, fundamentada, por sua vez, por uma concepção de linguagem mais ampla, inspirada nas formulações teóricas dos pensadores do Círculo de Bakhtin.

Alfabetização e ortografia

PID: S0104-40602002000200006 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Cagliari
A ortografia era uma das metas mais importantes na metodologia das cartilhas. Com o advento de novas metodologias, as cartilhas deixaram de ser usadas. Nas novas abordagens, a ortografia passou a ocupar um lugar secundário na alfabetização ou mesmo ficou excluída. Essa atitude com relação à ortografia representa um retrocesso educacional. Sem o método das cartilhas e sem informações técnicas sobre a ortografia, muitos professores se viram na situação de não saber o que fazer. O presente trabalho apresenta algumas das noções básicas que definem e caracterizam a ortografia e, além disso, sugere procedimentos metodológicos.

Amada pátria idolatrada: um estudo da obra Porque me ufano do meu país, de Affonso Celso (1900)

PID: S0104-40602002000200018 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Bastos
O presente estudo analisa a obra Porque me ufano do meu país, escrita por Affonso Celso, que se tornou leitura obrigatória nas escolas secundárias brasileiras, tendo várias edições e traduções, transformando-se em uma verdadeira cartilha de nacionalidade. Pode ser considerado um livro de leitura com função moralizadora e intenção educativa, cívica, patriótica e social, um pequeno manual de educação cívica. Essa obra constitui uma unidade discursiva, produtora de ordenamento, de afirmação de distâncias, de divisões (CHARTIER, 1990, p. 28), representativa dos valores da ilustração brasileira quanto ao projeto pedagógico republicano de formação do novo homem para o novo regime: crença ilustrada nas virtudes da instrução moral e cívica, como forma de manter a ordem social e fortalecer o caráter nacional, no período da Primeira República. Nesse período, a educação moral, cívica e religiosa tornou-se o eixo das preocupações para os que almejavam o perene controle das relações e das estruturas sociais, como forma capaz de regenerar o país. A obra não é um exemplo isolado, insere-se na extensa produção de manuais de “história pátria” que circularam nas primeiras décadas do século XX, com a função de fortalecer a identidade nacional.

Aproximações entre capital humano e qualidade total na educação

PID: S0104-40602002000100014 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Candiotto
Neste artigo analisa-se como a educação, a partir da década de sessenta, passa a ser vista enquanto um investimento, um fator de produção, como incremento de capital, só que humano. A educação pública (enquanto direito) reveste-se de posturas próprias da lógica do capital. Essa passagem, ocorrida no capitalismo monopolista dos países centrais, tem influenciado não somente o tecnicismo das reformas educacionais brasileiras na relação entre educação e produtividade, mas também tem adquirido novas fisionomias nas reformas dos anos noventa com a idéia da qualidade total medida pela eficiência/produtividade. É com a finalidade de caracterizar essas novas fisionomias, e não simplesmente repetir as críticas anteriores, que se estuda a teoria do capital humano no âmbito das políticas públicas para as universidades oficiais, na perspectiva do pensamento neoliberal.

As representações sociais no campo educativo

PID: S0104-40602002000100016 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Gilly Silva
Com exceção de alguns trabalhos como aqueles de MOLLO (1970, 1986) ou SIANO, (1985), há ainda poucas pesquisas no domínio educativo onde as representações sociais ocupam um lugar central. Para explicar resultados obtidos sobre os fatos que não têm estatuto de representação social, os autores ou bem estudam certos aspectos certas manifestações, ou abordam apenas fatores ou determinantes subjacentes (com estatuto de variável intermediária). Assinalaremos então primeiramente a importância de recorrer a noção de representação social no campo que nos interessa. Extrairemos em seguida, alguns resultados empíricos dos estudos realizados que nos situam sucessivamente do ponto de vista das relações entre representações sociais e discursos sobre as instituições, representações sociais e relação pedagógica, representações sociais e significações das situações e aquisições.

Aula de português: ensino de uma língua estrangeira para brasileiros

PID: S0104-40602002000200004 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Castro
A partir de três histórias de aula de português, cujos desencontros de interpretação exemplificam bem a distância grande que muitas vezes existe entre o que se ensina e o que se aprende, o texto propõe uma reflexão sobre o problema do confronto cultural que ocorre diariamente entre a linguagem da escola (do professor e dos textos) e a fala dos alunos, chamando a atenção para o aspecto educacionalmente danoso de ignorarmos a imensa diversidade cultural existente sob o teto falso da crença de que por sermos brasileiros falamos todos uma mesma língua.

Autonomia moral na obra de Jean Piaget: a complexidade do conceito e sua importância para a educação

PID: S0104-40602002000100002 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Freitas
Os resultados de uma pesquisa qualitativa realizada com professoras de escolas infantis da cidade de Porto Alegre (RS), cuja ação educativa fundamenta-se na teoria piagetiana, mostraram uma compreensão bastante superficial do conceito de autonomia moral. O principal objetivo deste artigo é esclarecer o conceito de autonomia moral na teoria piagetiana, visto que este conceito é muito importante quando se trata de educação. Segundo Piaget, o fim da educação deveria ser a autonomia. Dois aspectos são abordados: 1) como a constituição da consciência moral autônoma se constitui, para Piaget, em um problema a ser investigado e 2) o processo de construção da autonomia moral ao longo do desenvolvimento. Busca-se enfatizar a importância da ação educativa na conquista da autonomia moral pelo ser humano.

Cotidiano e configuração de espaços de aprendizagem

PID: S0104-40602002000100011 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Maraschin Tittoni
Este artigo toma o conceito de cotidiano como analisador operativo capaz de produção de leituras e de criação de modos de intervenção social. Ao pensar o cotidiano no âmbito das relações de poder e da constituição da autonomia, procuramos explorar os poderes invisíveis e as práticas anônimas na sua possibilidade de invenção, criação e transformação social. Consideramos como referência reflexiva uma proposta de estágio em Psicologia Social, a fim de problematizar a formação acadêmica e explorar as conexões entre trabalho e educação na produção de modos de intervir e de produzir conhecimento no campo social.

Direito à educação escolar: o discurso da inclusão x a prática da exclusão

PID: S0104-40602002000200016 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Glória
Neste estudo discute-se as dificuldades do reconhecimento dos direitos humanos após a Revolução Francesa de 1789 e, em especial, o direito à educação pública escolar. Na busca por conhecer as condições que favorecem a inclusão escolar, examina-se a situação do fracasso escolar no Brasil, bem como mudanças recentes implementadas por políticas públicas, em particular o princípio da não retenção escolar na Escola Fundamental. Conclui-se que ainda permanece uma grande distância entre o que é legalmente proclamado e o que é realmente efetivado em termos do direito à educação no Brasil.

Educação ambiental como educação científica no processo educativo escolar

PID: S0104-40602002000100008 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Bellini
Este artigo propõe que uma das dimensões da Educação Ambiental seja a educação científica e que o ensino de ciências no processo educativo escolar mantenha um vínculo com a aprendizagem de nosso ambiente natural.

Ensino médio e educação profissional: reformas excludentes

PID: S0104-40602002000200020 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Oliveira
Argumenta-se que o governo brasileiro, ao desencadear as reformas do ensino médio e da educação profissional, aprofunda a dualidade no sistema educacional. Ao estabelecer para a educação profissional a responsabilidade de formar para uma atividade específica no mercado de trabalho, retirando do seu interior os conteúdos fundamentais para uma formação mais integral do aluno, o governo brasileiro influenciado pelas agências multilaterais, particularmente o Banco Mundial assevera a exclusão dos estudantes das camadas populares ao acesso a conteúdos fundamentais ao exercício da cidadania.

Ensino ou aprendizagem a distância

PID: S0104-40602002000100007 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Becker Marques
O ensino a distância tem sido apontado como uma alternativa à formação de professores. Alguns cuidados, porém, devem ser tomados. As novas tecnologias possibilitam, entre outras coisas, rapidez e agilidade na troca de informações, no acesso a novidades, no contato com realidades de outra forma inatingíveis, mas não basta a “magia” tecnológica para democratizar a informação; e sobretudo, educação não se faz apenas com trânsito eficiente de informação. No que concerne ao ensino a distância, devese pensar, tal como acontece no ensino presencial, na epistemologia que fundamenta o trabalho pedagógico. Mesmo à distância, continua valendo a idéia de que o ensino será exercido nos limites da compreensão de como se dá o conhecimento. A grande ilusão do ensino convencional reside na crença de que se aprende porque se interiorizam imagens. Na visão que propomos, é a ação que dá significado às coisas. Dessa forma, o ensino só terá sentido quando for centrado na aprendizagem. Portanto, não se deve substituir a reflexão pedagógica pelo encantamento com a tecnologia. Com os avanços que o século XX nos legou, deveríamos estar pensando e tirando antagem das ilimitadas possibilidades das concepções mais avançadas de aprendizagem. Em vez de ensino a distância deveríamos pensar em aprendizagem à distância.

Estado e educação: implicações do liberalismo sobre a constituição da educação especial e inclusiva

PID: S0104-40602002000100015 | Revista: Educar em Revista (0104-4060) | Año: 2002
Autores: Ross
Este artigo busca compreender as relações entre Estado, educação e as pessoas com necessidades educacionais especiais, bem como as perspectivas das políticas educacionais a partir dos anos 90 e a construção da qualidade em educação. Do ponto de vista teórico-metodológico, as pessoas com necessidades especiais são tomadas como sujeitos da história, tendo em conta suas possibilidades e seus limites para intervenção nas políticas públicas para a educação no Brasil e na América Latina. A análise das novas formas de exclusão resultantes do neo-economicismo liberal é considerada condição fundamental para a compreensão do lugar, posição, valor, direitos das pessoas com história de deficiência e, ao mesmo tempo, os princípios, finalidades e ideologias implícitas e explícitas nas políticas educacionais e sociais. A qualidade da educação e as novas funções a serem exigidas da educação especial necessitam ser pensadas à luz desse contexto de reformulação do papel do Estado, reestruturação dos processos produtivos, globalização econômica, financeira e cultural. Enfim, este trabalho situa a Educação Especial e os sujeitos com necessidades especiais social, econômica e politicamente, considerando os papéis que vêm sendo chamados a desempenhar nesse contexto de reestruturação produtiva, de flexibilização e fragilização das instituições e dos serviços públicos.
Reportar erro A