☰ Menu
Educ@

Búsqueda por Índice

Filtro por título, resumen, autor, revista y año

Total: 1231 | Página 53 de 62
0 resultados seleccionados

Construção de práticas didático-pedagógicas com orientação CTS: impacto de um programa de formação continuada de professores de ciências do ensino básico

PID: S1516-73132005000200004 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Tenreiro-Vieira Vieira
No quadro da atual reorganização curricular do Ensino Básico português, salienta-se a idéia de que o ensino das ciências deve ser visto, acima de tudo, como promotor da literacia científica. Nesse sentido, a perspectiva CTS deverá constituir o eixo integrador e globalizante da organização e da aquisição de conhecimentos e do desenvolvimento de capacidades de pensamento. Mas qualquer inovação, reforma ou reorganização curricular obriga a equacionar a formação de professores, enquanto a questão central da inovação curricular residir sobretudo no que os professores vão fazer das orientações curriculares para o ensino das ciências na sala de aula. Neste artigo, pretende-se dar conta de um estudo desenvolvido com a finalidade de descrever e analisar os contributos de um programa de formação continuada de professores na construção de práticas CTS. Dos resultados obtidos, concluiu-se que o programa de formação contribuiu para que os professores envolvidos promovessem práticas didático- pedagógicas com orientação CTS.

Culturas das ciências naturais

PID: S1516-73132005000300009 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Lopes
Este artigo apresenta subsídios para o ensino de História das Ciências, considerando particularmente o campo da História da História Natural e das Ciências Naturais. Sem ser uma revisão completa da historiografia desses campos de conhecimento sobre o mundo natural, retoma alguns traços gerais desses longos processos de definição de campos disciplinares que se configuram desde a Renascença até o final do século XVIII. Considera diversas tradições culturais e historiográficas que contribuíram para os nossos entendimentos atuais, de como a História Natural do Renascimento foi abandonando seus antigos quadros conceituais, assumindo novas práticas e se constituindo nas tradições da História Natural do século XVIII. Comenta esses processos, em que tanto a Botânica, a Zoologia, a Mineralogia se individualizam como áreas de conhecimentos apoiadas em práticas locais e coleções globais, indo além de sua subordinação à utilidade médica; bem como suas organizações em áreas de conhecimento, por começarem a se colocar questões relativas à origem e à historicidade dos seres e processos naturais, dados os avanços das temáticas classificatórias e das discussões envolvendo temporalidades.

Discursos curriculares na disciplina escolar química

PID: S1516-73132005000200009 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Lopes
Neste artigo, é defendido que a disciplina escolar é um híbrido de discursos curriculares. Para argumentar em favor dessa idéia, é analisado como textos na área de ensino de Química influenciam nas políticas de currículo, hibridizando discursos oficiais e outros discursos curriculares. São articuladas as discussões teóricas de Ball, sobre políticas de currículo, de Goodson, sobre disciplinas escolares, de Bernstein, sobre recontextualização, e de Canclini, sobre hibridismo.

Em busca de um perfil epistemológico para a prática educacional em educação em ciências

PID: S1516-73132005000200002 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Mion Angotti
Procuramos fazer uma comparação entre programas de investigação científica em Lakatos (1978 e 1979) e programas de investigação-ação educacionais crítico-ativos, buscando assim o perfil epistemológico da prática educacional em ciências naturais, apontando em que a ciência pode iluminar a nossa prática, os nossos problemas de ensinar e aprender. Nas idéias de Lakatos, buscamos complementos para a estruturação de um programa de investigação-ação educacional na formação inicial de professores, bem como a orientação para a reconstrução racional da própria prática educacional. Não estamos querendo priorizar as ciências naturais sobre as ciências sociais, mesmo porque essa visão de mundo não daria conta dos problemas no ensino, pois são visões distintas. Buscamos bases epistemológicas para o fazer educativo.

Escrevendo em aulas de ciências

PID: S1516-73132005000300002 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Oliveira Carvalho
Neste artigo, apresentamos uma análise dos registros escritos dos alunos do 3° ano do Ensino Fundamental nas aulas de Ciências, em que a professora utilizou as atividades de conhecimento físico, criadas pelo Laboratório de Pesquisa e Ensino de Física da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Os registros analisados foram coletados na Escola de Aplicação da Feusp, no ano de 2001, durante o acompanhamento de três aulas de Ciências: o problema do submarino, o problema do barquinho e o problema da pressão. O artigo procura mostrar um panorama de como aparecem os registros realizados pelos alunos, após uma aula de Ciências em que eles são levados a resolver situações problemáticas por meio da experimentação, argumentar e escrever sobre os fenômenos físicos. Durante a análise, levou-se em consideração os tipos de textos que os alunos escrevem, o uso da primeira pessoa, o uso de verbos de ação, o respeito à ordem cronológica dos eventos e quais os tipos de explicações os alunos atribuem aos fenômenos trabalhados.

Escrita no ensino de ciências: autores do ensino fundamental

PID: S1516-73132005000300003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Souza Almeida
Apresentamos resultados de uma pesquisa sobre a escrita como possibilidade de expressão do pensamento dos alunos em aulas de ciências, no final de uma proposta de ensino com o tema Fotossíntese. O referencial de apoio é a análise do discurso em trabalhos de Eni Orlandi, com ênfase na noção de autoria. Analisamos nove produções escritas na forma de ficção científica, carta ou diário de bordo. Os resultados evidenciam a não ocorrência da repetição empírica, e na produção de significados pelos estudantes notamos várias manifestações de repetição histórica. Fazemos considerações sobre as potencialidades da escrita no ensino de Ciências em condições semelhantes às do estudo aqui apresentado.

Fonoaudiologia: epistemologia, implicações pedagógicas e educacionais

PID: S1516-73132005000200007 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Galvão Branco
Tendo em vista os atuais preceitos socioconstrutivistas da Ciência e da Educação em Ciências, neste estudo, o nosso objetivo foi analisar a vertente epistemológica em artigos científicos que tratam de “linguagem escrita”. Para tanto, analisamos o conteúdo de seis desses artigos, baseando-nos em indicadores educacionais: concepções de ciência, de sujeito, de linguagem e de intervenção fonoaudiológica. A análise destas concepções, em seu conjunto, nos permitiu o enquadramento do conteúdo desses artigos em uma vertente epistemológica mais ou menos técnica ou humanista, lógico-positivista ou pós-positivista, e, ainda, inferir sobre as implicações dessas vertentes na construção de um conhecimento pedagógico e educacional no campo da Fonoaudiologia, para a formação continuada e em serviço de um profissional fonoaudiólogo capaz de atuar também na escola. Os resultados mostraram que as visões dos autores dos artigos analisados se enquadram em uma vertente predominantemente lógico-positivista, o que aponta para a importância de reestruturar os cursos formadores desses profissionais com base em preceitos de Educação em Ciência e à luz de uma nova Filosofia da Ciência.

História da ciência: objetos, métodos e problemas

PID: S1516-73132005000200011 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Martins
O objetivo deste artigo é auxiliar o trabalho de pessoas que estão se iniciando na pesquisa de História da Ciência, especialmente em relação a um determinado tipo de trabalho a que nos dedicamos. Este tratará da escolha de um tema adequado de pesquisa, dos tipos de fontes encontradas em História da Ciência e de alguns problemas encontrados em trabalhos de História da Ciência. Este estudo levou à conclusão de que só se apreende a fazer pesquisa em História da Ciência a partir da prática e que um bom historiador da ciência se constrói a longo prazo.

História e filosofia das ciências no ensino de biologia

PID: S1516-73132005000100003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Carneiro Gastal
Neste trabalho, buscamos evidenciar a concepção de História da Biologia que é veiculada nos livros didáticos. Para tanto, analisamos três coleções de livros de Biologia destinados ao Ensino Médio, e alguns livros universitários usados em cursos de formação de professores. Ao analisar este material curricular foi possível observar que a história apresentada é desvinculada do contexto cultural de cada período histórico, o que pode levar o aluno a construir uma falsa representação da ciência e do fazer científico.

Indicadores da presença de conteúdos de história e filosofia da ciência em livro de texto de Geologia Introdutória

PID: S1516-73132005000100004 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Gonçalves
A literatura de ensino de Ciências e de Geologia assinala a importância de integrar aspectos históricos e filosóficos ao processo educacional (HPS). Denominamos isso de abordagem metodológica para ensino de ciências (MAS). De outro lado, vários trabalhos sugerem que os livros didáticos são importantes para selecionar e organizar os programas de disciplinas. Livros exercem influência na formação de pesquisadores e profissionais. Isso conduz a investigar conteúdos metodológicos presentes em livros didáticos de Geologia Introdutória. O estudo demonstra a presença do pensamento de James Hutton (1726-1797) e Charles Lyell (1797-1875), bem como de outros aspectos históricos, que sugerem importância pedagógica da MAS no material didático examinado.

Meio ambiente, escola e a formação dos professores

PID: S1516-73132005000100006 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Chaves Farias
A idéia de Meio Ambiente será a mesma na mente dos diferentes professores? Junto à indagação do que estes professores compreendem por situação de aprendizagem, tem-se as duas questões centrais da pesquisa. Dependendo das respostas que são dadas, diferentes projetos de Educação Ambiental (EA) são implementados. A busca de informações deu-se através da aplicação de questionário junto a professores do Ensino Fundamental (5.ª a 8.ª séries) de escolas nos municípios de Estância Velha e Canoas, totalizando 36 docentes. Os dados coletados indicaram um predomínio da visão antropocêntrica, que privilegia a utilidade dos recursos naturais para a sobrevivência do homem. Em relação aos tipos de atividades desenvolvidas, constatou-se, primeiro, que a periodicidade dos trabalhos, em sua grande maioria, são de curto prazo; alguns têm a duração anual. Quanto à amplitude e composição das experiências, envolvem atividades pontuais e de caráter comemorativo. Constatou-se, também, que são trabalhos desarticulados, identificando-se mais de um tema de estudo através de diversas estratégias. Ou seja, desenvolve- se várias ações sem um vínculo temático ou metodológico. Um conjunto de ações, desenvolvido processualmente, a partir de um eixo temático-metodológico, representaria um salto qualitativo.

Mitos da didática das ciências acerca dos motivos para incluir a Natureza da Ciência no ensino das ciências

PID: S1516-73132005000100001 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: A. A. F. P. M. A.
Em certas situações, a Didática das Ciências transmite como mitos algumas crenças que não estão suficientemente sustentadas pela investigação que ela própria produz. Este artigo mostra dois desses mitos relacionados com os motivos que se costumam apontar para incluir a Natureza da Ciência no ensino das ciências, como sejam a suposta relação entre a prática docente e as crenças sobre a Natureza da Ciência, e a crença de que a sua compreensão é um fator chave na hora de tomar melhores decisões cívicas em questões tecnocientíficas de interesse social. A análise que se apresenta realizou-se mediante a revisão de diversos resultados de investigações procedentes da própria Didática das Ciências e também da Psicologia das Decisões. A conclusão aponta para considerar que outros fatores influenciam mais, tornando muito menos lineares essas hipotéticas relações do que alguns especialistas pensam e mais complexa a problemática abordada.

Narrativas em educação

PID: S1516-73132005000200013 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Galvão
A narrativa, sob forma oral ou escrita, pode constituir um método poderoso de investigação em educação. Neste texto abordarei o conceito de narrativa, tendo por base fundamentos de diversos autores. A análise narrativa constituirá um aspecto relevante e será ilustrada com histórias recolhidas a partir de investigação realizada com professoras em início de carreira. Serão apresentadas duas perspectivas de análise, sendo uma delas adotada na apresentação de outras histórias que ajudam a compreender as potencialidades da narrativa em estudos com professores. Uma das perspectivas assenta num modelo de análise de conteúdo em que diferentes momentos de evolução dos acontecimentos, correspondendo a significados do discurso também diferentes, são evidenciados e interpretados. Outra perspectiva tem por base um modelo sociolingüístico de análise (Labov, 1972-1982), constituindo uma estrutura mais rígida, mas permitindo pôr em evidência determinadas características do discurso que ajudam a analisá-lo mais em profundidade. Apresentam-se também três potencialidades da narrativa - como processo de investigação em educação, como processo de reflexão pedagógica e como processo de formação - ilustradas com episódios relatados por professores.

O Museu de Ciência: espaço da história da ciência

PID: S1516-73132005000100005 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Valente
O artigo apresenta uma reflexão sobre o Museu de Ciência a partir de sua dimensão educativa. O que está em discussão é a abordagem sobre os temas científicos e a exploração dos objetos museológicos apresentados no sentido de facilitar o entendimento público da Ciência. Principalmente a partir da segunda metade do século XX, a comunicação nestes espaços, voltada para o público leigo, opta por estratégias que priorizam, quase exclusivamente, a apresentação de fenômenos científicos, construindo desta maneira saberes a-históricos. Com base na perspectiva da História da Ciência o esforço, hoje, é o de ampliar a interpretação dos temas e objetos, revelando a intangibilidade ligada a eles, e que compreendem o ato de criação científico, os processos de conhecimento da ciência e sua relação com o homem e a sociedade. Trata-se de uma abordagem que auxilia os indivíduos a dar significado aos conteúdos científicos.

O computador na educação em ciências: breve revisão crítica acerca de algumas formas de utilização

PID: S1516-73132005000200010 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Giordan
O objetivo deste artigo é discutir algumas das principais questões atuais de pesquisa sobre a presença do computador nas aulas de Ciências. Para apresentar o estado da arte da pesquisa, recuperam- se as primeiras experiências de utilização do computador e também apresentam-se outras experiências de uso da internet, bem como de atividades desenvolvidas diante do computador. Paralelamente às formas de utilização do computador, são discutidas algumas questões de pesquisa desdobradas das doutrinas de pensamento que alimentam os programas de pesquisa em Educação em Ciências, enfatizando alguns conceitos da teoria da ação mediada.

O desenvolvimento do conhecimento pedagógico do conteúdo de sexualidade na vivência das professoras

PID: S1516-73132005000100007 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Silva Carvalho
Neste artigo, relatamos uma investigação sobre o desenvolvimento do “conhecimento pedagógico do conteúdo” de Sexualidade entre professoras que trabalham com essa temática. Através da utilização do método fenomenológico foram realizadas entrevistas individuais com três professoras do Ensino Fundamental, que trabalham na rede municipal de ensino de Uberlândia. A partir da análise dessas entrevistas, foi possível apontar algumas conclusões a respeito do desenvolvimento profissional de professores e sua relação com um ensino efetivo.

O ensino de ciências naturais e cidadania sob a ótica de professores inseridos no programa de aceleração de aprendizagem da EJA - Educação de Jovens e Adultos

PID: S1516-73132005000300006 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Santos Bispo Omena
O presente estudo teve como objetivo conhecer as concepções dos professores da EJA - Educação de Jovens e Adultos - no aspecto referente à interface ensino Ciências Naturais e cidadania. Serviu ainda para identificar as principais dificuldades encontradas na prática desses docentes para a formação de alunos-cidadãos, assim como revelar a atual situação do ensino de Ciências Naturais no referido programa. Para tanto, foram entrevistados 19 professores que lecionam a disciplina Ciências Naturais nas turmas de 5ª a 8ª série, inseridas no Programa de Aceleração de Aprendizagem da EJA, em escolas públicas municipais de Aracaju, SE. Como instrumentos de coleta de dados, utilizou-se a técnica de entrevista semi-estruturada e a análise de documentos, com enfoque qualitativo.

O lugar da química na escola: movimentos constitutivos da disciplina no cotidiano escolar

PID: S1516-73132005000200008 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Rosa Tosta
Este trabalho pretende analisar discursos presentes na escola, relacionados com a química enquanto componente disciplinar, explorando para isso, o conceito de “lugar” e suas implicações para o estudo da evolução dessa disciplina no currículo em ação no contexto escolar. Ao se buscar uma compreensão da problemática posta, foram entrevistados diferentes atores na escola: professores, alunos, funcionários, diretores, coordenadores, propondo a seguinte questão: “Qual é o lugar da Química na escola?” A essa pergunta, foi produzido um espectro amplo de manifestações, que aqui serão analisadas à luz da problemática já exposta e de um quadro teórico que se apóia em De Certeau, Goodson, entre outros.

O significado de aprender para alunos de uma escola agrotécnica

PID: S1516-73132005000300007 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Borges Carvalho
Este trabalho de pesquisa se propôs a desvelar o significado de "aprender" entre os alunos de uma escola agrotécnica. Como aquilo que se busca compreender são os significados de aprender, fez se necessário ir ao encontro de sujeitos que vivenciam este fenômeno e deles obter-se descrições sobre suas vivências. Como procedimento metodológico, foi utilizada a pesquisa qualitativa na modalidade fenomenológica. Os instrumentos que possibilitaram a constituição de dados foram a observação de alunos em situações vivenciadas na sala de aula e entrevistas. Com o objetivo de se desvelar o fenômeno investigado, buscou-se sua estrutura nos discursos, nas descrições ingênuas coletadas, nos acompanhamentos e nas entrevistas, possibilitando-se, assim, o acesso ao vivido. Captada pela escrita e pela fala, as descrições fornecem indicativos de como o sujeito percebe o fenômeno, o que vai se revelando à medida que as descrições são analisadas. Assim, procedeu-se às análises idiográfica e a nomotética. Os significados a que se chegou foram perseguidos num processo de redução fenomenológica. Na busca das convergências e divergências de significados entre os alunos, procurou-se evidenciar os invariantes e as categorias que expressam aspectos relevantes do fenômeno estudado. As convergências a que se chegou evidenciaram significados de aprender que abrangem "o sentido de aprender", as "condições para aprender" e "relações afetivo-relacionais no aprender". Por fim, elaborou-se uma interpretação e uma reflexão a respeito do significado de aprender para os alunos e a relação desse significado com situações vividas em uma escola agrotécnica.

O solo no ensino de ciências no nível fundamental

PID: S1516-73132005000300004 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2005
Autores: Lima
O solo é um componente dos ambientes naturais e antropizados. Apesar de sua importância, este conteúdo usualmente não é abordado com a devida qualidade no Nível Fundamental. Este artigo visa abordar os problemas do ensino de solos no nível fundamental, e propor alternativas para melhorar essa situação. É discutido o papel das universidades neste processo, especialmente na melhoria da formação dos professores do Ensino Fundamental. Também são discutidas outras estratégias, como a realização de cursos, publicações, experimentos, exposições didáticas e uso da internet.
Reportar erro A