☰ Menu
Educ@

Búsqueda por Índice

Filtro por título, resumen, autor, revista y año

Total: 1231 | Página 59 de 62
0 resultados seleccionados

Visión de profesores en ejercicio respecto de la enseñanza de tecnologia: un estudio en Argentina

PID: S1516-73132001000100003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2001
Autores: Utges Jardón Feráboli Fernández
El presente trabajo caracteriza cinco teorías implícitas sobre la tecnología y su enseñanza y analiza cómo se distribuyen las preferencias de los profesores por las teorías. De acuerdo con el marco metodológico propuesto por Rodrigo et al. (1993), el estudio utilizó el análisis factorial para sistematizar la información obtenida a partir de un cuestionario de ponderación de enunciados aplicado a 66 profesores de Educación General Básica (EGB), en Argentina.

A educação escolar e o resgate da identidade cultural das classes populares

PID: S1516-73132000000100007 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Marques
A avaliação da escola básica brasileira aponta uma grande defasagem na aprendizagem dos alunos. O baixo aproveitamento escolar é mais acentuado entre os alunos das escolas públicas freqüentadas, predominantemente, pelas crianças e jovens dos grupos sociais populares. O grande desafio do Estado e da sociedade brasileira está em garantir uma educação escolar que corresponda às necessidades concretas, principalmente, desses segmentos sociais que freqüentam o ensino público. A satisfação dessa demanda passa, sobretudo, por um processo educativo que lhes proporcione o resgate de sua identidade cultural.

A formação da mão-de-obra para a indústria química: uma retrospectiva histórica

PID: S1516-73132000000200006 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Rubega Pacheco
Este artigo apresenta uma breve retrospectiva da evolução sócio-histórica do técnico em Química e da sua praxis produtiva, voltando-se para uma educação técnica de nível médio, no âmbito social, político e científico-tecnológico. Visa um sujeito de ação transformadora, não se restringindo a uma ideologia imediatista de formação profissional; busca eliminar a perspectiva reprodutivista das relações sociais como engrenagem do sistema capitalista.

A natureza da ciência e a instrumentação para o ensino da física

PID: S1516-73132000000200003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Medeiros Bezerra Filho
O propósito deste artigo é o de examinar as convicções filosóficas que dão suporte aos comportamentos de alguns professores de física ao lidarem com o ensino da Física no contexto de um laboratório. Entrevistas foram feitas com professores de "Instrumentação para o Ensino da Física", normalmente apresentadas nos currículos desses cursos, assim como com professores secundários que tivessem previamente feito tal curso. As questões foram formuladas de tal modo que os sujeitos pudessem ser envolvidos numa conversa sobre como ensinar alguns assuntos da física e até que ponto seria importante apelar para a experimentação. Os resultados desta pesquisa revelaram perspectivas diferentes sobre o tema entre os sujeitos, principalmente posições indutivistas e realistas ingênuas, as quais são comentadas neste artigo.

A sobrevivência do alternativo: uma pequena digressão sobre mudanças conceituais que não ocorrem no ensino de física

PID: S1516-73132000000100002 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Neves Savi
O presente trabalho apresenta uma pequena digressão sobre conceituação alternativa realizada com alunos de cursos de graduação em Engenharias e Matemática e de pós-graduação (mestrado) em Física da Universidade Estadual de Maringá. São analisadas, a partir dos resultados de um questionário, as prováveis causas para mudanças conceituais (numa aproximação galileana-newtoniana) que dificilmente ocorrem no longo período de formação superior. Como investigação adicional, são apresentados os resultados de um outro questionário respondido por alunos do quarto ano do curso de Física acerca de conhecimentos sobre a história da física.

Algumas considerações sobre as críticas ao conhecimento científico moderno no contexto do processo educativo e a temática ambiental

PID: S1516-73132000000200007 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Silva Inforsato
Este trabalho aponta algumas críticas feitas ao conhecimento científico moderno no âmbito do movimento ambientalista, com especial destaque às idéias filosóficas cartesianas. Entendendo ser o processo educativo uma etapa fundamental para amenizar ou reverter o quadro de degradações ambientais, analisamos alguns limites dessas críticas como a não contextualização histórico-social de tais idéias. Por fim observamos a inadequação que causa a repetição dessas críticas à ciência moderna para o processo educativo.

Análise do conteúdo de ´saúde´ em livros didáticos

PID: S1516-73132000000200002 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Mohr
O artigo propõe critérios para análise e discute o conteúdo de saúde presente em livros didáticos para o ensino fundamental. Exemplifica-se a utilização de tais critérios na análise de três coleções de livros didáticos de 1ª a 4ª séries.

Buscando o caminho do meio: a “sala de espelhos” na construção de parcerias entre professores e formadores de professores de ciências

PID: S1516-73132000000100005 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Silva Schnetzler
O presente trabalho enfoca a construção de uma parceria entre 35 professores e dois formadores de professores em um programa de formação continuada em Ciências. Segundo depoimentos dos participantes, a utilização e análise de algumas situações homólogas àquelas usualmente vivenciadas pelos professores no ensino de Ciências fez com que problematizassem e redimensionassem suas práticas pedagógicas. Tais situações exemplificam a estratégia "sala de espelhos", proposta por D. Schön, a qual configura-se como um importante recurso na construção de uma parceria intermediária àquela geralmente adotada pela academia, pautada na racionalidade técnica, e a configurada no contexto escolar.

Corpo, comunicação e educação

PID: S1516-73132000000100006 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Bertolli Filho Obregon
O objetivo deste artigo é discutir as dificuldades de comunicação de conteúdos relacionados ao corpo humano, no contexto dos processos de ensino e de aprendizagem na escola fundamental e média. Através da exposição das necessidades dos alunos e das reticências dos professores, apresenta-se algumas teorias sociais como estratégia mediadora e viabilizadora do melhor desempenho da ação pedagógica e da contribuição escolar para a constituição do educando enquanto sujeito social.

Expectativas sobre desempenho do professor de física e possíveis conseqüências em suas representações

PID: S1516-73132000000100003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Almeida
Neste artigo focalizamos expectativas quanto ao papel do professor de Física do ensino médio, subentendidas tanto em recursos didáticos, produzidos para esse ensino em seis décadas e associados a diferentes tendências pedagógicas, quanto devidas à produção de resultados de investigações na área de educação em ciência. Supomos que essas expectativas estão relacionadas com representações docentes, entendida a representação na conceituação de Henri Lefebvre. Apontamos a necessidade da reflexão do professor sobre suas próprias representações para chegar à autonomia na organização e execução do seu projeto pedagógico.

Formação permanente: a necessidade da interação entre a ciência dos cientistas e a ciência da sala de aula

PID: S1516-73132000000100004 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Vianna Carvalho
O trabalho propõe uma reflexão sobre a formação continuada, enfatizando um curso de atualização em conteúdos científicos em desenvolvimento na área de Saúde e Meio Ambiente e a proposta de modificação da prática pedagógica dos cursistas, após freqüência ao curso (Vianna, 1998). Investigamos se os cursistas que assistiram as palestras, freqüentaram laboratórios e vivenciaram o dia a dia dos pesquisadores, modificaram a sua maneira de ver a Ciência e mostraram interesse em alterar a sua prática docente. Estabelecemos as seguintes categorias, a partir das reflexões dos cursistas, relacionadas à formação permanente: reflexão sobre concepção de ensino, adequação e sugestões para a sala de aula e necessidade de oportunidade de formação continuada. Concluímos que, para uma melhor formação permanente de professores das áreas de ciências, a interação entre a Ciência dos cientistas e a Ciência da sala de aula deve estar presente.

Fragmentos do pensamento dialético na história da construção das ciências da natureza

PID: S1516-73132000000200004 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Nascimento Júnior
Este trabalho tem por objetivo identificar uma possível inclinação das ciências naturais em direção ao materialismo dialético. Para tanto, procura-se apresentar a história da dialética a partir da discussão racionalismo/empirismo moderno e seus desdobramentos até as tendências dialéticos contemporâneas. Os autores discutidos são Kant, Hegel, Marx, Engels, Lenin, Horkheimer, Marcuse, Habermas, Bachelard e suas escolas epistemológicas, completadas por Althusser, Lefebvre e Kedrov. Ao lado desses autores discutem-se outros, das duas últimas décadas, procurando extrair-lhes o olhar dialético, oculto em seus discursos acerca da ciência do fim do século. Também se procura encontrar na mecânica quântica, nos fractais, na lógica para-consistente, nos modelos matemáticos e na biologia antideterminista, argumentos para existência de uma forma de abordagem dialética da natureza. Por último, procura-se refletir acerca dos motivos da resistência ao método dialético apresentado pela maioria dos cientistas ocidentais e, sua possível superação.

Hume: ceticismo e demarcação

PID: S1516-73132000000200005 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Coelho
Propomo-nos a mostrar que, ao contrário do que supõe o senso comum, é possível separar o problema da cientificidade do problema da verdade, ou seja, podem-se estabelecer critérios de acordo com os quais um conhecimento é legítimo, embora não se possa nunca saber se ele ou qualquer outro é verdadeiro; pode-se, ainda, aplicar esses mesmos critérios para identificar e desqualificar pseudoconhecimentos. Para tratar dessa temática familiar à Filosofia da Ciência, tomamos como exemplo um pensador que lhe é precursor, o filósofo empirista do século XVIII, David Hume.

O trabalho em grupos no laboratório didático: reflexões a partir de um referencial psicanalítico

PID: S1516-73132000000100001 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Barolli Villani
As especificidades que observamos no modo com que alguns grupos de estudantes conduziam seu trabalho num laboratório didático de ensino superior, nos fizeram refletir sobre a possibilidade de compreender a articulação da dinâmica dos grupos, a partir de elementos que se encontravam além do alcance da cognição. Em analogia à visão de W. R. Bion, acerca do funcionamento dos grupos terapêuticos, pudemos dar significado a esses elementos e interpretar o trabalho dos estudantes no laboratório didático, a partir de uma perspectiva mais integrada, por assim dizer, uma vez que procuramos aproximar o campo da subjetividade do campo da cognição. Mais especificamente, a condução e a sustentação da dinâmica dos grupos de estudantes, do ponto de vista da construção do próprio contexto experimental, foram explicitadas com base no interjogo sobre o qual um grupo se estrutura: de um lado as estratégias não conscientes, compartilhadas anonimamente e, de outro, os objetivos conscientes, intenções e esforços dos indivíduos em trabalhar a partir de sua tarefa mais objetiva.

Objetivos socioemocionais das atividades de conhecimento físico

PID: S1516-73132000000200001 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 2000
Autores: Brascher
Moralidade e conhecimento são desenvolvidos através de um processo interno de construção e estão estreitamente relacionados, como estudado por Piaget (1994). As implicações pedagógicas da teoria piagetiana nos dois domínios, moral e intelectual, são mostradas por Kamii e DeVries (1991) que desenvolvem, com base nessa teoria, princípios de ensino e objetivos cognitivos e socioemocionais para atividades de conhecimento físico para a pré-escola. Nas atividades de conhecimento físico, as ações da criança sobre o objeto passam por quatro níveis descritos pelas autoras. Gonçalves (1991) cria atividades de conhecimento físico para as primeiras séries do ensino fundamental, fazendo a extensão dos princípios de ensino e dos objetivos cognitivos de Kamii e DeVries para essas séries, e verifica que o nível das explicações causais, que não é alcançado na pré-escola, é atingido nas primeiras séries. Os objetivos socioemocionais definidos por Kamii e DeVries dizem respeito às relações da criança com o adulto e com seus iguais, e compreendem o desenvolvimento da autonomia, cooperação e iniciativa, considerando que, à luz do construtivismo de Piaget, essas características são necessárias para que a construção ocorra. Nesse contexto, desde que a proposta de Gonçalves focaliza o domínio cognitivo, buscamos investigar o potencial das atividades de conhecimento físico também para o desenvolvimento socioemocional nas séries iniciais.

A história da ciência iluminando o ensino de visão

PID: S1516-73131998000100008 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 1998
Autores: Barros Carvalho
Nosso objetivo neste artigo é discutir as contribuições da História da Ciência para o ensino de Física. Apontaremos duas maneiras de se utilizar a História da Ciência em sala de aula: por um lado, servindo de instrumento para auxiliar o professor a compreender as dificuldades dos estudantes e, por outro, promover uma reflexão sobre a própria natureza da Ciência.

A história da ciência no ensino de física

PID: S1516-73131998000100007 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 1998
Autores: Neves
Neste artigo procura-se mostrar a necessidade de um ensino de física contextualizado em sua história, frisando a sua não linearidade e as diferentes leituras que dela podemos ter. Diferentes aspectos da história da ciência e de sua aplicabilidade em sala de aula são apresentados, na forma de exemplos concretos possíveis para um ensino não-formal. Alguns resultados de pesquisas em conceituação espontânea a partir de situações específicas (especialmente sobre a Terra e sua posição no universo), são apresentados num contexto de possíveis mudanças conceituais e planejamentos de atividades em sala de aula. O uso da história da ciência e, em especial, da cosmologia, é abordado como possibilidade de definir rumos para a pesquisa básica e para mudar paradigmas vigentes.

A nova lei de diretrizes e bases e a formação de professores para a educação básica

PID: S1516-73131998000200008 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 1998
Autores: Carvalho
Este artigo mostra os dispositivos legais inclusos na Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), visando identificar, compreender e avaliar a intencionalidade de suas propostas para a adoção de posturas pertinentes. Contém observações que possam ser consideradas nos estudos e reflexões sobre os rumos dos cursos e programas de formação de professores para a educação básica.

A realidade do mundo da ciência: um desafio para a história, a filosofia e a educação científica

PID: S1516-73131998000100003 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 1998
Autores: Barra
O esclarecimento e a justificação dos modos pelos quais as teorias científicas apreendem e não apreendem o mundo real são tratados como problemas pertinentes à história e filosofia da ciência. Pretende-se que estes sejam também desafios próprios da educação científica. A defesa de uma concepção realista das teorias científicas é mostrada como uma maneira adequada e consistente de enfrentar esse desafio.

Ciência e ética: alguns aspectos

PID: S1516-73131998000100001 | Revista: Ciência & Educação (1516-7313) | Año: 1998
Autores: Cardoso
A discussão sobre ciência e ética, se colocada em nível radical, necessita previamente passar pela concepção filosófica de ‘ser humano’, 'ética' e ‘ciência’. Na perspectiva existencialista, o homem é um ser capaz de autodeterminação, ou seja, ser sujeito do conhecimento e da ação. Em conseqüência, no campo ético, tudo aquilo que tira ou diminui essa dimensão de sujeito é considerado violência. Por sua vez, a ciência moderna ocidental contém em si um amplo projeto de dominação: da natureza, de si mesmo e do outro. Portanto, uma ciência ética só é possível a partir de uma nova postura diante da própria ciência e dos valores da sociedade construída sob seu signo.
Reportar erro A