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Plataformas de aprendizaje: herramientas técnicas o psicológicas?

PID: S1981-04312006000100009 | Revista: Linhas Críticas (1981-0431) | Año: 2006
Autores: Sacristán Romero
Neste estudo abordam-se alguns princípios de desenho instrucional vinculados ao construtivismo sociocultural e à cognição situada com relação ao desenho de ambientes de aprendizagem apoiados em tecnologias da informação e comunicação (TIC). Analisam-se as potencialidades educativas dessas tecnologias em seu caráter de signos ou instrumentos psicológicos, em oposição ao seu emprego restrito como ferramentas técnicas. Destacam-se algumas características dos ambientes apoiados com as TIC que potencializam a aprendizagem e se conclui enfatizando a necessidade de conduzir investigações sobre os mecanismos de influência educativa e as práticas educativas reais que ocorrem nas diversas experiências escolares e auto-iniciadas mediadas pela tecnologia.

Sobre a questão da dinâmica do caráter infantil

PID: S1981-04312006000200009 | Revista: Linhas Críticas (1981-0431) | Año: 2006
Autores: Vigotski
O trabalho “Sobre a questão da dinâmica do caráter infantil”, de Liev Semionovitch Vigotski, foi publicado pela primeira vez em 1928, na revista Pedologia e Educação, da editora Rabotnik Prosvechenia, em Moscou. Posteriormente, foi publicado no 5º volume das Obras Completas em 6 volumes, em 1983, pela editora Pedagogika, também em Moscou. Em 1995, a editora Prosvechenie reuniu num só livro todos os trabalhos de Vigotski sobre a defectologia e publicou com o título Fundamentos da Defectologia. O presente texto passou a ser um dos capítulos desse livro. A presente publicação é a primeira versão desse trabalho de L. S. Vigotski traduzida do russo para o português (Zoia Prestes).

Uma crítica às teorias clássicas da aprendizagem e à sua expressão no campo educativo

PID: S1981-04312006000100008 | Revista: Linhas Críticas (1981-0431) | Año: 2006
Autores: Tunes Tacca Mitjáns Martínez
Neste trabalho, tem-se o intuito de buscar compreender modos de interpenetração da psicologia e da educação. A reflexão é tecida tomando-se as teorias da aprendizagem como o cenário de um ciclo de produção teórica da psicologia, buscando-se fios das meadas em modos concretos com que professores e estudantes afirmam suas práticas no campo da educação. Tendo como fundamento a perspectiva histórico-cultural da psicologia, é feito um exame crítico das teorias de aprendizagem mais conhecidas, procurando-se demonstrar seus pontos de convergência e seus limites para tratar da diversidade das formas de aprendizagem humanas, especialmente as que acontecem no âmbito da instituição escolar.

É possível uma linguagem crítica na educação?

PID: S1981-04312006000200004 | Revista: Linhas Críticas (1981-0431) | Año: 2006
Autores: Moraes
O presente artigo argumenta sobre a possibilidade da existência de uma linguagem crítica na educação. Em contrapartida à educação para o senso comum, do tipo bancária e padronizadora praticada pela indústria cultural e educacional capitalista, que usa “uma linguagem simplificada para ser usada pelas massas” (Tognolli), com “invariantes fixos, clichês prontos, tradução estereotipada de tudo” (Adorno), pensamos que é possível dialogar como “intersubjetividades não-violentas”, o que envolve reconhecer a diferença, a diferença total (Gur-Ze'ev), visando despertar a consciência do “quanto os homens são enganados de modo permanente” (Adorno). Isso requer o uso de uma linguagem crítica de modo poético (Bakhtin) e dialógico-amoroso (Freire), pois, se a linguagem crítica for violenta, estará sendo utilizada a mesma lógica da dominação, não promovendo, portanto, a emancipação.
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