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Epistemologia da complexidade e didática complexa: princípios e desafios

PID: S1982-596x2013000100008 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Fávero Tauchen
Toda e qualquer didática possui uma epistemologia subjacente e sua identificação ou taxionomia nos possibilita elaborar chaves de leitura para compreender certos tensionamentos produzidos na forma como ensinamos e/ou aprendemos. No presente estudo, de cunho hermenêutico (GADAMER, 2008), buscamos compreender a epistemologia da complexidade e as decorrências para os processos didáticos. Primeiramente, analisamos as limitações da epistemologia da simplificação, que caracteriza grande parte do pensamento didático moderno e a emergência da epistemologia da complexidade. Posteriormente, exploramos os princípios da complexidade-sistêmico- organizacional, hologramático, organização recursiva, dialógico, auto- eco- organização e a reintrodução do sujeito cognoscente, analisando, por fim, as decorrências para a didática numa perspectiva complexa.

Governamentalidade e Práxis Educacional na contemporaneidade

PID: S1982-596x2013000200007 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Oliveira Valeirão
O artigo visa discutir a práxis educacional na contemporaneidade, a partir do conceito de governamentalidade, desenvolvido por Michel Foucault. Inicialmente, apresenta-se a caracterização do conceito como ferramenta analítica para uma ontologia do presente. No segundo momento, estuda-se historicamente a escola moderna como “máquina de governamentalidade”. Finalmente, trabalha-se a governamentalidade ligada à práxis educacional na atual sociedade de controle. Conclui-se que a práxis educacional na contemporaneidade atua como um dispositivo que funciona em sintonia com a forma de governamentalidade da sociedade de controle, contribuindo para capturar não mais corpos dóceis, mas flexíveis e ajustados às emergentes necessidades da sociedade.

La república del saber en jaque. Igualdad y sujeto en la enseñanza de la filosofia

PID: S1982-596x2013000200014 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Javier Colella Díaz Salazar
La intención del presente artículo es reconstruir teóricamente el concepto de “subjetivación” en la enseñanza de la filosofía, a partir del vínculo entre la teoría del sujeto de Alain Badiou y el postulado de la “igualdad de las inteligencias” de Jacques Rancière. El nuevo escenario educativo, producto del vínculo igualitario entre maestro y alumno, es interpretado como una disrupción del estado de las relaciones pedagógicas de las instituciones modernas. Este “acontecimiento” constituye la posibilidad para la construcción de un sujeto que sostenga (y a la vez, se sostenga en) aquello que trastorna el orden de las cosas. Este proceso de subjetivación hace posible un escenario de enseñanza de la filosofía que no implique únicamente la reproducción de saberes establecidos, sino que inaugure una vía posible para la intervención creadora del “filosofar”.

Le passioni nel de anima, un esito estremo del pollachōs

PID: S1982-596x2013000200012 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Palpacelli
L’analisi che propongo in questo contributo si inquadra all’interno di uno sfondo molto problematico nel pensiero aristotelico, perché la trattazione dei pathe nel De anima implica anche il problema rappresentato dal nous in Aristotele, dato che tra i pathe dell’anima lo Stagirita elenca anche il noein e, rispetto a questo particolarissimo pathos, conduce un’argomentazione molto faticosa e complessa. La tesi che qui voglio esporre è che la trattazione fisico-biologica dei pathe conferma il panorama aporetico riguardante l’intelletto, perché nasce ed oscilla tra due modelli compresenti nel De anima: (1). quello naturalistico-empirista: secondo il quale Aristotele afferma la stretta unità tra anima e corpo e (2). quello divino-antiempirista: secondo il quale Aristotele deve fortemente staccare il nous dal corpo, perché non può dire che sia mortale. L’analisi aristotelica dei pathe dell’anima mostra entrambi questi schemi e propone una soluzione che sembra innescarsi nel II schema, ma è in tensione con un’ulteriore soluzione che Aristotele indica, ma non percorre e che è testimonianza, invece, del I schema. In questa prospettiva, il pollachōs leghetai aristotelico diventa dunque un’indicazione metodologica che consiste nel mettere in gioco molteplici schemi interpretativi per spiegare una medesima realtà che si presenta in se stessa complessa e multiforme: essa può essere considerata da punti di vista diversi e, dunque, comportare conclusioni diverse, ma non contraddittorie o, come in questo caso, al limite della contraddizione.

Liberdade e modernização no Brasil

PID: S1982-596x2013000200009 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Cerqueira
A ideia de filosofia brasileira nasce no contexto da emancipação política e da modernização cultural. Ao introduzir o romantismo no Brasil, Gonçalves de Magalhães concebe a liberdade como o poder de criação do homem. Mas a sua concepção estética conservadora gerou a necessidade de questionar se ‘belo’ e ‘bom’, assim como ‘verdadeiro’, são valores absolutos ou relativos. Este questionamento levou ao contato com a doutrina kantiana através de Tobias Barreto, o qual introduz o conceito de liberdade como um poder contracausal capaz de transformar o homem no sujeito da modernização.

L’interpretazione kantiana del testo biblico tra filosofia della storia e filosofia della religione.

PID: S1982-596x2013000300010 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Lomonaco
Negli scritti kantiani di filosofia della storia (1784-1786) la tradizione teologico-positiva ed il testo biblico, in particolare, rappresentano un punto di riferimento costante della ricerca critico-filosofica. Le pagine che seguono si propongono di vedere se il filosofo abbia, utilizzando il testo biblico, richiamato l’articolata trattazione filosofica del problema della storia e della conoscenza storica ai principi ed ai limiti del discorso critico fondamentale: ossia se si possa riconoscere la sacra Scrittura come criterio euristico adeguato a verificare le condizioni, i limiti e gli esiti della convergenza di criticismo e storicità, non sempre adeguatamente meditata dalla letteratura otto-novecentesca.

Música e civilização em adorno: a assimetria da música e a mortificação da audição

PID: S1982-596x2013000200010 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Mantovani
Nesse texto abordamos, de modo indireto, a constituição de uma estética musical através dos elementos filosóficos, sociológicos e psicanalíticos que condicionam e fazem parte da compreensão da audição como arte. Para isso, defendemos a existência de uma oposição oculta entre a música e o processo civilizatório, como culto da divindade da imagem, que teve como filha a Indústria Cultural, perseguidora dos novos discípulos de Dionísio-oposto-a-Apolo, Schoenberg, Webern e Berg, presos pela inteligência instrumental do diretor Ulisses, que como um trabalhador ao final do expediente, sempre quer voltar para a falsa familiaridade das instituições prontas para nos matarem, com medo do obscuro, do estranho e do diferente, como Penteu. Enfim, foi nosso objetivo demonstrar a relação causal entre a perda da arte da audição e o fetichismo.

Notas sobre a assimilação da filosofia da Práxis pelo neo-idealismo e pragmatismo: Croce, Dewey, Gramsci

PID: S1982-596x2013000100011 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Dore
O presente texto tem como propósito estudar a indicação de Gramsci segundo a qual algumas posições do neoidealismo e do pragmatismo seriam inconcebíveis sem a assimilação da filosofia da práxis (marxismo). Tendo como referência análises do autor sobre a presença da filosofia da práxis no pensamento de Croce, realiza-se um primeiro movimento de aproximação teórica para investigar a existência de nexos entre algumas posições filosóficas de Croce e de Dewey. O ponto de partida é o exame da controvérsia entre Croce e Dewey, que teve lugar nos anos quarenta do século XX.

Notas sobre o trajeto aporético da noção de experiência no pensamento de Derrida

PID: S1982-596x2013000100012 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Haddock-Lobo
O objetivo deste texto consiste em apresentar as linhas gerais do que, em termos desconstrutivos, seria a experiência mais radical ou constitutiva de toda experiência: a experiência da aporia. Uma espécie de não experiência ou de experiência impossível que seria, ela mesma, a condição de impossibilidade de toda experiência possível. Para tanto, buscaremos analisar alguns usos do termo “experiência” ao longo da obra de Jacques Derrida.

O caráter de publicização da leitura na obra de comênio

PID: S1982-596x2013000100003 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Bortolanza
Este artigo tem por objetivo explicitar o caráter de publicização da leitura em Comênio. Para isso, analisa os condicionantes sociopolíticos, históricos e religiosos que permeiam as questões didático-pedagógicas pensadas pelo grande pedagogo. Em sua obra Didáctica Magna - Tratado da Arte Universal de Ensinar Tudo a Todos, o caráter de publicização da leitura responde às necessidades que as novas relações sociais passaram a exigir em consequência da nova forma de produção da sociedade capitalista. Em sua didacografia, a nova arte de ensinar comeniana propôs conteúdos que evidenciam o caráter de publicização da leitura.

O desejo dos anjos

PID: S1982-596x2013000200004 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Lopes
Usando da figura dos anjos como metáforas do anseio humano por alcançar a plenitude, o conhecimento universal e, por conseguinte, o controle sobre pretensas leis gerais da natureza, o presente trabalho teve como objetivo indicar e problematizar algumas diferentes trajetórias de pensamento desenvolvidas a partir desse desejo totalizador da humanidade. Dentre essas trajetórias teríamos a da religião e a da ciência moderna que, apesar de aparentemente se oporem em termos de crenças e metodologias, comungaram da mesma perspectiva de buscar por universais: fosse a verdade em Deus, fosse à verdade na Razão. Tentando, contudo, não reduzir o real a uma dimensão transcendente, o presente texto defende a perspectiva de que a realidade não existe independente dos seres humanos que a praticam no calor do convívio cotidiano, sendo que mesmo os conceitos de Deus, Razão, Verdade e Ciência não podem ser pensados sem também serem levadas em consideração as redes de saberes e fazeres nas quais foram construídos.

O não dito: história da escola primária rural nas páginas da revista escola portuguesa (Portugal, 1934 - 1939)

PID: S1982-596x2013000300006 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Lima
O tema dessa pesquisa é a escola primária rural em Portugal. No âmbito dessa temática selecionamos para investigação os editoriais da revista Escola Portuguesa (EP) em seus cinco primeiros anos de publicação, 1934 a 1939. A questão que propusemos para a análise consistiu em compreender se a EP, durante o período em questão, destinou algum espaço em seus duzentos e cinquenta e sete editoriais (total de números publicados no primeiro quinquênio) para debater os problemas que perpassavam a escola primária rural no país.

O paradoxo do ensino da perspectiva de uma epistemologia do uso

PID: S1982-596x2013000200011 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Gottschalk
Meu objetivo neste texto é apresentar o paradoxo do ensino e revisitar os modelos filosóficos de ensino examinados por Israel Scheffler, que procurou indicar as vantagens e dificuldades de cada um deles para, em seguida, propor um modelo filosófico de ensino que considerava mais satisfatório. No entanto, embora Scheffler tenha incorporado boa parte da crítica que a “virada linguística” faz à metafísica destes modelos, minha hipótese é a de que ao fazer a análise dos modelos de ensino empirista (Locke), idealista (Agostinho) e racional (Kant), ele não leva em consideração o papel distintivo das proposições gramaticais (no sentido de Wittgenstein) em relação às demais proposições, para compreender como é possível o crescimento do conhecimento no indivíduo. Da perspectiva de uma epistemologia do uso inspirada nas ideias do segundo Wittgenstein, argumento que, se considerarmos que estas proposições constituem nossa visão de mundo (Weltbild) e que aprendemos a seguir estas regras, a maior parte das dificuldades encontradas nestes modelos simplesmente desaparece, como também o paradoxo do ensino é dissolvido.

O pensamento humanista cristão e algumas reverberações na pedagogia freireana

PID: S1982-596x2013000100013 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Garré Henning
O artigo compõe uma dissertação que tem como problema de pesquisa investigar quais discursos de humanismo produzem o campo da educação, na perspectiva freireana. A escolha do corpus discursivo situa-se no entendimento de que Paulo Freire é um autor muito potente no campo da educação, sendo referência básica nos Planos de Ensino e nos Currículos dos cursos que formam professores. Aqui, pretende-se remontar algumas pistas genealógicas que se constituem como condição de possibilidade para a emergência de um pensamento humanista cristão na Pedagogia Freireana. Para tanto, busca-se no pensamento personalista de Emmanuel Mounier entender algumas destas condições de possibilidade. O artigo está organizado em três momentos: o primeiro aborda as principais concepções humanistas; o segundo analisa o entendimento de homem em Paulo Freire e as possíveis aproximações com o pensamento mouneriano; como finalização, há uma provocação para se pensar sobre a produção do humano, imanente a este mundo.

O rural e a escolarização em Portugal

PID: S1982-596x2013000300004 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Magalhães
A escola portuguesa estabeleceu com a sociedade uma relação qualitativamente diferenciada. O rural foi representado como arcaico, subdesenvolvido e de inevitável transformação por contraponto ao mundo urbano culto e progressista, apresentado como norma. Este estudo permite demonstrar que, não obstante, a subalternização da cultura e do modelo de desenvolvimento rural, houve uma política educativa e uma pedagogia orientadas para o mundo rural. Destinados à alfabetização das populações rurais, o Estado Novo criou a figura do Regente Escolar e ampliou a oferta educativa com Postos Escolares. A alfabetização rural era o primeiro grau da Escola Única. Assim, em resposta ao inquérito Possibilités d’Accès à l’Éducation dans les Zones Rurales (1958), o governo português reiterou a ideia de que em Portugal a Escola é a mesma para todos.

Por um outro princípio de realidade: novos lugares e motivos sociais da negação segundo Herbert Marcuse

PID: S1982-596x2013000200013 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Shutz
Segundo Marcuse, a identificação do proletariado industrial como sendo o único sujeito de transformações sociais efetivas no capitalismo não se coaduna mais com a realidade. Essa convicção o levou a buscar ampliar o próprio conceito de negação herdado da tradição marxiana. Apoiado e superando a teoria freudiana do “princípio de realidade”, Marcuse desenvolveu uma teoria de transformação social baseada em aspectos qualitativos, centrados na capacidade de subsidiar novos princípios de realidade que não o capitalista. Julgou encontrar alguns desses aspectos potencialmente revolucionários em temas como a sensibilidade, a estética, os movimentos sociais e na transformação radical das próprias necessidades e aspirações.

Proyectos educativos desde la hermenéutica analógica

PID: S1982-596x2013000100014 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Andrade
Hermenéutica es interpretación de texto. En este caso el texto es el sistema educativo, los proyectos o los establecimientos educativos y el educando en sí mismo. Una lectura univoca impide abrirse a otras visiones, una lectura equívoca impide el dialogo. La Analogía parece ser el camino para un análisis compresivo del quehacer educacional.

Reconhecimento, conflito e formação na teoria crítica de Axel Honneth

PID: S1982-596x2013000100015 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Cenci
Honneth explora, em sua teoria crítica, um tipo de conflito impulsionado por experiências de desrespeito que afetam a identidade pessoal ou coletiva. Ao retomar ao jovem Hegel, situa o conflito no núcleo central de sua teoria social crítica, concebendo-o como distúrbio ou lesão nas relações sociais de reconhecimento. Além de atribuir ao conflito o papel de motor da interação social, confere-lhe a função de elemento formador da identidade humana na medida em que permite ao sujeito desenvolver positivamente uma autorrelação prática por meio de diferentes esferas do reconhecimento. O presente artigo toma como ponto de partida as teses centrais da teoria do reconhecimento honnethiana e a apresentação das diferentes dimensões do conflito presentes nela para mostrar como é possível encontrar, em tal teoria, um importante vínculo entre conflito e formação, sobretudo, mediante os conceitos de socialização e autorrealização.

Sobre o projeto kantiano de uma filosofia transcendental

PID: S1982-596x2013000300011 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Bonaccini
É sabido que a Crítica da razão pura apresenta uma estrutura arquitetônica bastante peculiar. No entanto, o que nem sempre é notado é que essa estrutura está intrinsecamente ligada à sua estratégia argumentativa. Na verdade, para justificar a ideia de Filosofia Transcendental como a melhor solução disponível para o problema do conhecimento metafísico levantado por uma crítica da razão pura, Kant defende que é preciso encontrar um lugar específico e justificável para um conhecimento a priori na metafísica. Mas isso só pode ser feito ao abandonarmos a pretensão ao conhecimento de objetos a priori e abraçarmos a noção de conhecimento a priori da forma de objetos empíricos. Nesse sentido, o artigo reconstrói a ideia geral, a estratégia argumentativa e do quadro metodológico da primeira Crítica como um programa para a metafísica como filosofia transcendental. Também sugere-se que a crítica funciona como uma teoria geral de um conhecimento a priori, a saber, como uma metateoria do conhecimento racional que dá conta das condições não empíricas mais gerais dos objetos e da experiência.

Teleologia e vontade segundo Husserl

PID: S1982-596x2013000100016 | Revista: Educação e Filosofia (1982-596x) | Año: 2013
Autores: Korelc
O texto analisa como a teleologia, forma do ser da subjetividade segundo Husserl, opera na vontade. Em primeiro lugar são apresentados os elementos fundamentais da fenomenologia da vontade enquanto posição de metas; a seguir pergunta-se sobre a meta derradeira que opera na subjetividade como o telos implicado no processo do seu ser. Husserl pensa o telos como o ideal ético infinito da subjetividade perfeita na comunidade perfeita. A fé e a decisão pessoal por esta meta são fundamentais para a realização do sentido do ser.
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